{"id":2402,"date":"2021-09-03T15:27:59","date_gmt":"2021-09-03T13:27:59","guid":{"rendered":"https:\/\/anthro.world\/?page_id=2402"},"modified":"2021-09-03T15:28:01","modified_gmt":"2021-09-03T13:28:01","slug":"69-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/69-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/","title":{"rendered":"69\u00aa Palestra sobre o Apocalipse de Jo\u00e3o (Documenta\u00e7\u00e3o)"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-dark-gray-color has-text-color\">Pelo Dr. Wolfgang Peter<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Aqui voc\u00ea encontrar\u00e1 resumos \u00fateis, transcri\u00e7\u00f5es, palavras-chave, etc.<\/li><li>Se voc\u00ea tamb\u00e9m gostaria de ajudar a tornar esta documenta\u00e7\u00e3o ainda mais rica, por favor entre em contato <a href=\"mailto:info@anthro.world\">info@anthro.world<\/a><\/li><li>Muito obrigado a todos os colaboradores que trabalham arduamente!<\/li><\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Data da palestra:<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sum\u00e1rio<\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-ub-content-toggle wp-block-ub-content-toggle-block\" id=\"ub-content-toggle-block-ec4cf6f3-8812-43a0-bf6c-518a1d5f2d58\" data-mobilecollapse=\"false\" data-desktopcollapse=\"false\" data-preventcollapse=\"false\" data-showonlyone=\"false\">\n<div class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion\" style=\"border-color: #f1f1f1; \" id=\"ub-content-toggle-panel-block-\">\n\t\t\t<div class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-title-wrap\" style=\"background-color: #f1f1f1;\" aria-controls=\"ub-content-toggle-panel-0-ec4cf6f3-8812-43a0-bf6c-518a1d5f2d58\" tabindex=\"0\">\n\t\t\t<p class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-title ub-content-toggle-title-ec4cf6f3-8812-43a0-bf6c-518a1d5f2d58\" style=\"color: #000000; \">Do colega ouvinte B. G.<\/p>\n\t\t\t<div class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-toggle-wrap right\" style=\"color: #000000;\"><span class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-state-indicator wp-block-ub-chevron-down open\"><\/span><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t<div role=\"region\" aria-expanded=\"true\" class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-content-wrap\" id=\"ub-content-toggle-panel-0-ec4cf6f3-8812-43a0-bf6c-518a1d5f2d58\">\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">O verso da 19\u00aa semana. No 17\u00ba verso da semana t\u00ednhamos a palavra mundo e que o poder da palavra mundo deveria se conectar conosco e se mover para o nosso ser interior. No 18\u00ba verso da semana, como algu\u00e9m pode se conectar com esta palavra mundial. Continuamos com isto no 19\u00ba verso da semana: <em>\"Enclausurar misteriosamente o rec\u00e9m recebido com a mem\u00f3ria \u00e9 o prop\u00f3sito adicional do meu esfor\u00e7o; deve despertar as minhas pr\u00f3prias for\u00e7as no meu ser interior e dar-me a mim mesmo, tornando-me.<\/em> Assim, o que recebemos com a mem\u00f3ria, carregamos em n\u00f3s, tornamos vivo em n\u00f3s, as for\u00e7as da mem\u00f3ria s\u00e3o ao mesmo tempo tamb\u00e9m for\u00e7as vitais (for\u00e7as do \u00e9ter), as quais devemos assumir o fortalecimento e o despertar em nosso ser interior.\n\nDevemos seguir o curso do ano com a nossa alma, com a nossa experi\u00eancia emocional, com os nossos sentimentos, n\u00e3o tanto com o nosso pensamento intelectual, mas com a nossa vida emocional, e observar como o nosso estado de esp\u00edrito muda em nuances, Agora que estamos fora com os sentidos no mundo cheio de sol, menos dentro de n\u00f3s mesmos, isto tem o seu cl\u00edmax na \u00e9poca do Dia de S\u00e3o Jo\u00e3o, quando o sol est\u00e1 no seu ponto mais alto, mas ainda tem um forte efeito em Julho e Agosto, e depois em Setembro, em direc\u00e7\u00e3o ao Dia de S\u00e3o Miguel, vai mais para dentro. A consci\u00eancia retira-se cada vez mais do mundo exterior e entra no mundo interior, a nossa consci\u00eancia est\u00e1 mais desperta, enquanto que estar fora \u00e9 tamb\u00e9m um pouco sonhadora. No Outono voltamos a ficar mais acordados para n\u00f3s pr\u00f3prios. No solst\u00edcio de inverno \u00e9 o ponto baixo, \u00e9 quando estamos mais dentro, mas \u00e9 sobre ter uma consci\u00eancia de tudo o que levamos conosco, que deve iluminar por dentro durante a \u00e9poca do Natal, na \u00e9poca do Natal entramos mais fortemente na terra, l\u00e1 estamos n\u00f3s completamente na terra, dentro de n\u00f3s mesmos, mas deve iluminar espiritualmente o que levamos conosco na \u00e9poca do ver\u00e3o. Como \u00e9 que isto se relaciona com o nosso tema?\n\nEstamos no apocalipse na efus\u00e3o das ta\u00e7as da ira. A efus\u00e3o soa dram\u00e1tica quando voc\u00ea l\u00ea as descri\u00e7\u00f5es, em imagens sensuais dram\u00e1ticas, mas deve ser dito claramente que n\u00e3o vai acontecer como \u00e9 descrito nas imagens, porque \u00e9 a transi\u00e7\u00e3o da Terra do estado f\u00edsico-\u00e9terico para o estado puramente espiritual. Isso significa que n\u00f3s, como humanidade, h\u00e1 muito deixamos de existir num corpo f\u00edsico, mas s\u00f3 estamos presentes numa forma et\u00e9rica. O corpo f\u00edsico h\u00e1 muito que foi despojado. Temos falado do facto de que a partir do 6\u00ba-7\u00ba mil\u00e9nio d.C., os seres humanos j\u00e1 n\u00e3o precisam de um corpo f\u00edsico para o seu desenvolvimento futuro. Temos falado do facto de que a partir do 6\u00ba-7\u00ba mil\u00e9nio AD as pessoas j\u00e1 n\u00e3o precisam de se encarnar para o seu desenvolvimento futuro. Algumas pessoas s\u00f3 se encarnar\u00e3o na forma de um corpo et\u00e9rico no final das \u00e9pocas culturais, que \u00e9 o tempo das 7 ep\u00edstolas no in\u00edcio do Apocalipse. Ainda pode haver algo f\u00edsico, mas viver\u00e1 no l\u00edquido, no gasoso e no elemento quente, vivendo assim no ar, nas nuvens, sem uma forma f\u00edsica coerente. Mas ainda teremos contato com o elemento f\u00edsico, que \u00e9 tamb\u00e9m o caso na vida entre a morte e o novo nascimento. Tamb\u00e9m ali trabalhamos nas for\u00e7as da natureza e cooperamos para moldar ainda mais a Terra, para oferecer a n\u00f3s mesmos e a todos os nossos semelhantes que est\u00e3o na Terra as condi\u00e7\u00f5es adequadas para a pr\u00f3xima encarna\u00e7\u00e3o. Isto tamb\u00e9m se aplica ao mundo animal e vegetal, que est\u00e1 a mudar. H\u00e1 ali for\u00e7as positivas de fortalecimento, que s\u00e3o muito importantes, porque hoje, quando encarnamos na terra, colocamos uma grande tens\u00e3o sobre a natureza. Acima de tudo atrav\u00e9s da tecnologia, atrav\u00e9s das engrenagens econ\u00f4micas em expans\u00e3o, estamos mudando o mundo de acordo com os impulsos de utilidade que servem \u00e0 exist\u00eancia exterior. Isso \u00e9 muito problem\u00e1tico. Teremos que inventar algo, porque sen\u00e3o encontraremos condi\u00e7\u00f5es muito dif\u00edceis num futuro pr\u00f3ximo. Se n\u00e3o encontrarmos um tipo diferente de economia, um tipo diferente de tecnologia, uma maneira diferente de lidar com a natureza, ent\u00e3o isso se tornar\u00e1 problem\u00e1tico. E este ainda ser\u00e1 o caso na presente \u00e9poca cultural, a Quinta (1413 - 3573 d.C.), ou seja, as pr\u00f3ximas d\u00e9cadas a s\u00e9culos. Precisamos de muitas for\u00e7as espirituais para encontrar uma forma sensata de lidar com isto. Mas isso n\u00e3o significa que devemos voltar a um estado de natureza como era antes; o caminho da terra nunca \u00e9 um caminho de volta a uma natureza como a t\u00ednhamos. Nada resta para n\u00f3s e para a terra sen\u00e3o avan\u00e7ar, para um estado de cultura em que toda a natureza esteja inclu\u00edda. Essa \u00e9 a tarefa que temos, para a qual ainda estamos muito pouco equipados. Porque o mundo cultural que ent\u00e3o deve vir \u00e0 exist\u00eancia, que inclui o reino animal, inclui o reino vegetal, inclui o reino mineral, n\u00f3s ainda n\u00e3o temos as habilidades, o mundo que deve vir \u00e0 exist\u00eancia para que o desenvolvimento da Terra corra bem, ent\u00e3o n\u00f3s ainda devemos desenvolver muito poder espiritual. Mas elas devem ser tais que possamos usar essas for\u00e7as para transformar o meio ambiente e a vida social de uma forma espiritualmente apropriada. De uma forma que n\u00e3o seja ditada pelos advers\u00e1rios, e n\u00e3o ditada apenas pelo ego\u00edsmo, essa \u00e9 a tarefa central para o futuro muito pr\u00f3ximo. Covid e muitas outras coisas hoje s\u00e3o sintomas de que algo insalubre est\u00e1 acontecendo na humanidade como um todo. Tais coisas n\u00e3o acontecem por acaso. At\u00e9 a biologia j\u00e1 sabe que a mudan\u00e7a dos seres vivos, bact\u00e9rias, v\u00edrus, que isso n\u00e3o acontece por acaso. A vida global da Terra tem uma influ\u00eancia sobre quais pat\u00f3genos podem e quais n\u00e3o podem se desenvolver. Apenas uma pequena frac\u00e7\u00e3o destas bact\u00e9rias e v\u00edrus se tornam malignos. Basicamente, eles s\u00e3o muito importantes para eventos naturais. Eles proporcionam uma troca, pelo que a vida se desenvolve em termos de for\u00e7as criativas inteligentes. Isto \u00e9 trocado atrav\u00e9s da natureza. Os microrganismos s\u00e3o portadores essenciais para isso. Para que o que se desenvolve num ser vivo se manifeste na sua estrutura f\u00edsica, para que isso possa beneficiar toda a Terra. A quest\u00e3o \u00e9 que s\u00e3o as for\u00e7as criativas que entram. Embora tenhamos dito da \u00faltima vez, a natureza est\u00e1 longe de ser perfeita. Embora seja muito mais perfeito do que os nossos artigos t\u00e9cnicos mais complicados que produzimos. Cada c\u00e9lula \u00e9 mais s\u00e1bia na sua constru\u00e7\u00e3o do que a tecnologia mais complicada. Mesmo que eu junte toda a tecnologia da Terra. H\u00e1 mais sabedoria encarnada em cada organismo unicelular do que em qualquer artigo t\u00e9cnico. Contribuindo para o desdobramento desta sabedoria f\u00edsica est\u00e3o estes microrganismos. Os v\u00edrus s\u00e3o quase cristalinos, est\u00e3o na fronteira dos vivos, n\u00e3o s\u00e3o capazes de vida por si mesmos, n\u00e3o s\u00e3o capazes de reprodu\u00e7\u00e3o, t\u00eam uma forma cristalina estruturada constru\u00edda de prote\u00edna, as for\u00e7as vitais criativas trabalham at\u00e9 este n\u00edvel, o que n\u00f3s, como humanidade, temos de aprender urgentemente \u00e9 a ser capazes de pensar com estas for\u00e7as vitais.\n\nAinda n\u00e3o somos capazes de fazer isso. Temos uma vida social, uma vida econ\u00f3mica, uma vida t\u00e9cnico-cient\u00edfica que n\u00e3o pode funcionar com as for\u00e7as da vida. Portanto, o que temos hoje n\u00e3o \u00e9 vida econ\u00f4mica, nem vida espiritual, nem vida social - mas algo relativamente morto. Ainda existem vest\u00edgios das antigas for\u00e7as da vida que vieram do passado, a vida natural teve um efeito na vida social do povo, portanto, em muitos lugares havia uma ordem social melhor do que a que temos hoje. Mas j\u00e1 ocorreu uma invas\u00e3o na cultura urpersa. \u00c9 a\u00ed que come\u00e7a. Foi a\u00ed que as for\u00e7as vitais da natureza mudaram drasticamente na direc\u00e7\u00e3o da destrui\u00e7\u00e3o. Come\u00e7a muito mais cedo, no momento em que o homem p\u00f5e os p\u00e9s na terra, come\u00e7a a extin\u00e7\u00e3o em massa na terra. Isto pode ser rastreado at\u00e9 ao primeiro povo da Idade da Pedra. Estamos a falar de pessoas que apareceram na nossa forma. Os humanos existem h\u00e1 muito mais tempo, mas no in\u00edcio estavam mais nas proximidades da Terra. Aqui temos a contrapartida, quando dizemos que no 6\u00ba-8\u00ba mil\u00eanio n\u00e3o teremos mais seres humanos encarnados na terra, mas viver\u00e3o na \u00e1gua, no ar, no calor que envolve a terra, mas n\u00e3o mais no elemento s\u00f3lido. Essa ser\u00e1 a sa\u00edda desta fase do desenvolvimento humano. Quando o primeiro povo da Idade da Pedra se encarnou na forma da nossa forma, isso foi o come\u00e7o. Ent\u00e3o as pessoas come\u00e7aram a descer da periferia para a terra s\u00f3lida. Esta descida come\u00e7ou muito antes no per\u00edodo lemuriano, quando ainda existiam dinossauros. Naquela \u00e9poca, por\u00e9m, o homem ainda n\u00e3o tinha a forma que tem hoje. Naquela \u00e9poca, existiam forma\u00e7\u00f5es arejadas e fluidas com as quais o esp\u00edrito do homem se ligava. Ser\u00e1 assim novamente no futuro. Mas a um n\u00edvel muito mais elevado. Porque naquela \u00e9poca, no passado, a centelha da for\u00e7a I humana j\u00e1 estava acesa, mas era s\u00f3 isso, o eu se desenvolve cada vez mais forte atrav\u00e9s dos feitos que concretamente colocamos na Terra. Estas ac\u00e7\u00f5es est\u00e3o agora a tornar-se cada vez mais fortes. Estamos agora numa \u00e9poca da nossa \u00e9poca cultural, nomeadamente no nosso mil\u00e9nio, em que estamos a remodelar enormemente a terra exterior, a um ponto que nunca tinha sido o caso antes na evolu\u00e7\u00e3o da humanidade. Estamos trabalhando a terra com quantidades de energia, com for\u00e7as que excedem em dezenas de milhares o que poder\u00edamos alcan\u00e7ar sob a forma de for\u00e7a muscular mec\u00e2nica. No final do s\u00e9culo XVIII, apareceram m\u00e1quinas que multiplicaram o poder do homem. Mais poder para refazer a terra em compara\u00e7\u00e3o com o poder muscular. Faz 8 bilh\u00f5es a 8.000 bilh\u00f5es de pessoas. Devido ao maior poder, cada erro que cometemos no processo \u00e9 muito grave, uma \u00fanica pessoa com sua m\u00e1quina j\u00e1 pode causar grandes danos, mas uma mudan\u00e7a n\u00e3o vir\u00e1 com o pensamento que temos agora, este pensamento \u00e9 apropriado ao mundo dos mortos, \u00e9 um pensamento intelectual que vem do tempo greco-latina, que era a \u00e9poca, A transi\u00e7\u00e3o \u00e9 claramente vis\u00edvel na filosofia de Plat\u00e3o para Arist\u00f3teles, Arist\u00f3teles ainda conhece o velho pensamento, mas n\u00e3o pode mais us\u00e1-lo de tal forma que chega a uma vis\u00e3o e vis\u00e3o imaginativa das id\u00e9ias, como Plat\u00e3o fez antes dele, de quem foi aluno, no entanto foi um passo importante para chegar com consci\u00eancia completamente \u00e0 terra, \u00e0 terra s\u00f3lida, precisamente este pensamento morto \u00e9 apropriado, a \u00fanica forma apropriada para entender os mortos. Com isso, a humanidade come\u00e7ou a adquirir um conhecimento concreto dos mortos, um conhecimento que as hierarquias n\u00e3o t\u00eam, foi o primeiro progresso onde chegamos mais longe que todas as hierarquias acima de n\u00f3s, incluindo o Cristo, quando ele ainda n\u00e3o estava encarnado na terra, esse milagre aconteceu no per\u00edodo greco-latina, ou seja, quando aconteceu o grande salto no desenvolvimento da humanidade. Mas agora n\u00e3o devemos continuar mais com isso sozinhos, devemos tirar os frutos daquilo que existe, que desenvolvemos a possibilidade real de sermos seres humanos livres, de decidir livremente do eu entre o bem e o mal. Para que pud\u00e9ssemos fazer isso, era preciso desenvolver o pensamento l\u00f3gico da morte. A l\u00f3gica \u00e9 linear, porque - efeito no exterior. At\u00e9 certo ponto, esta \u00e9 ainda hoje a vis\u00e3o do mundo da f\u00edsica, embora haja muitas coisas que est\u00e3o em desordem. Porque esta explica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 totalmente correcta. S\u00f3 \u00e9 correto onde estamos lidando com os mortos, onde \u00e9 assim, um objeto que foi colocado em movimento, mas um ser humano que foi colocado em movimento, que \u00e9 um impulso de vontade por tr\u00e1s dele, que n\u00e3o \u00e9 completamente compreendido. A f\u00edsica e a biologia pensam que o entendem, mas na verdade n\u00e3o entendem, pensam que um impulso de controlo no c\u00e9rebro excita o m\u00fasculo e isto p\u00f5e o bra\u00e7o em movimento. Mas isso \u00e9 um disparate. Isso \u00e9 pensamento mecanicista - falha. A ci\u00eancia natural n\u00e3o pode explicar o livre arb\u00edtrio do homem, que \u00e9 essencial para o homem. Como pode? N\u00e3o cabe em uma f\u00f3rmula. Voc\u00ea s\u00f3 pode calcular um problema de dois corpos mecanicamente. Se um terceiro corpo \u00e9 adicionado, torna-se dif\u00edcil. Depois h\u00e1 apenas solu\u00e7\u00f5es aproximadas. Na natureza, no entanto, milhares de coisas est\u00e3o envolvidas. Os mais pr\u00f3ximos e os mais afastados trabalham sempre juntos. Voc\u00ea n\u00e3o pode v\u00ea-los isoladamente e separadamente. Portanto, eles n\u00e3o podem ser calculados. Os c\u00e1lculos do clima, do tempo devem ser feitos com muita cautela. Estamos a praticar o qu\u00e3o longe podemos chegar com o nosso pensamento morto. N\u00e3o seremos capazes de resolver os problemas que cri\u00e1mos com o nosso pensamento morto.\n\nTemos de desenvolver um tipo diferente de pensamento, um pensamento vivo. Desenvolver este pensamento vivo tem algo a ver com o processo de nos desapegarmos um pouco da ferramenta f\u00edsica, pelo menos no nosso pensamento. Ou seja, o caminho descrito no Apocalipse, desde as ep\u00edstolas das 7 igrejas, passando pela abertura dos 7 selos, a idade das 7 trombetas, o derramar das ta\u00e7as da ira, \u00e9 um caminho para se desprender cada vez mais do s\u00f3lido f\u00edsico. Depois, desligar-se do l\u00edquido, do arejado e do calor, depois ser puramente de mat\u00e9ria fina e, na idade da c\u00f3lera, passar para um estado puramente espiritual. A humanidade como um todo e a Terra como um todo. Para que isto funcione bem e correctamente, temos agora de cooperar se quisermos que ocorra da forma correcta. Se queremos ter certos bons resultados, ent\u00e3o temos de tomar certas medidas. N\u00e3o h\u00e1 limites para a imagina\u00e7\u00e3o criativa no caminho. Nada est\u00e1 predeterminado. Mas temos de usar a nossa vontade activa. Caso contr\u00e1rio, nada de ben\u00e9fico acontecer\u00e1. Deve ser uma vontade que n\u00e3o seja mais guiada pelas for\u00e7as mortas do intelecto, mas que se inspire nas for\u00e7as da pr\u00f3pria vida. Isso \u00e9 pensar vivo. Funciona com as for\u00e7as que atuam como for\u00e7as vitais em nosso organismo, da mesma forma na natureza. As for\u00e7as vitais que temos dentro de n\u00f3s s\u00e3o um comp\u00eandio das for\u00e7as vitais que trabalham na natureza. N\u00f3s temos todas as for\u00e7as vitais que trabalham na natureza tamb\u00e9m em n\u00f3s. A um ponto que nenhum outro ser vivo na Terra tem. Nem as plantas nem os animais. Nem todas as for\u00e7as vitais s\u00e3o implementadas de tal forma que se fazem sentir na vida f\u00edsica. Tamb\u00e9m temos na nossa vida a capacidade que as plantas utilizam para se alimentarem da luz solar. Externamente, isto chama-se fotoss\u00edntese. Precisas de clorofila para isto. N\u00e3o temos isso em n\u00f3s sob essa forma. Portanto, n\u00e3o podemos fazer isso. Mas R. Steiner diz que seremos capazes de fazer isso no futuro. Um futuro no qual ainda estamos fisicamente na Terra. Assim, vamos transitar para uma forma em que nos possamos alimentar directamente da luz solar. Isso chegar\u00e1 mesmo antes do fim das \u00e9pocas culturais, \u00e9 a\u00ed que isso come\u00e7ar\u00e1. Poderemos ent\u00e3o viver com luz, ar e amor, se as coisas correrem bem. Desenvolver a vontade para que isso aconte\u00e7a. Essa \u00e9 uma capacidade que temos de desenvolver. N\u00e3o nos \u00e9 dado. S\u00f3 pode ser gerado pela vontade do homem. Essa \u00e9 a mensagem importante para o futuro, o que quer que aconte\u00e7a \u00e0 Terra depende do que queremos ou n\u00e3o queremos. Portanto, estamos na era em que assumimos a responsabilidade sobre a Terra. N\u00e3o podemos fazer nada a n\u00e3o ser matar a Terra. N\u00f3s somos a morte para a natureza, como estamos agindo hoje, em geral, externamente. H\u00e1 outros aspectos, porque quando passamos pela morte, do outro lado temos a possibilidade de equilibrar. H\u00e1 muito mais pessoas entre a morte e um novo nascimento do que as encarnadas aqui na Terra. Durante um certo tempo durante a sua estadia no outro lado, eles est\u00e3o trabalhando muito duro para moldar a terra. Isto equilibra algumas coisas.  Isso se expressa no fato de que a natureza como tal desenvolve for\u00e7as para lidar com os problemas que estamos agora criando. No entanto, f\u00e1-lo num per\u00edodo de tempo muito maior.  Podemos arruinar as coisas hoje em 10 anos que a natureza precisa de 1000 anos para se regenerar. Esse \u00e9 o grande problema. Em outras palavras, temos que repensar nossas a\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 mais aceit\u00e1vel que destruamos algo em nossa vida que a natureza s\u00f3 pode se regenerar ao longo de s\u00e9culos ou mil\u00eanios. Os processos de desenvolvimento na natureza levam muito tempo. Bilh\u00f5es de anos tiveram que passar antes que fosse poss\u00edvel aos seres humanos entrarem na Terra em posi\u00e7\u00e3o vertical, per\u00edodos enormes de tempo foram necess\u00e1rios em compara\u00e7\u00e3o com uma \u00fanica encarna\u00e7\u00e3o, de modo que a natureza se moldou de tal forma que n\u00f3s podemos aparecer como pequenos seres humanos. Fisicamente vis\u00edvel, antes disso est\u00e1vamos em segundo plano. A natureza inteira \u00e9 um produto do desenvolvimento da humanidade quando o homem ainda n\u00e3o estava fisicamente presente. Ele sempre deixou para tr\u00e1s experi\u00eancias individuais em seu caminho, os primeiros organismos unicelulares, as primeiras bact\u00e9rias, as primeiras plantas, as primeiras experi\u00eancias que o homem deixou para tr\u00e1s, mas que ainda n\u00e3o tinham o potencial para desenvolver a forma humana. Foi assim que todo o mundo animal surgiu, mas tamb\u00e9m foi assim que reinos inteiros de animais e plantas tiveram de perecer. Isso tamb\u00e9m fazia parte de um desenvolvimento saud\u00e1vel. No curso do desenvolvimento da Terra, a vida na Terra pereceu v\u00e1rias vezes a 80-90 %. Sob a forma de enormes cat\u00e1strofes. A maioria das esp\u00e9cies vegetais e animais foram v\u00edtimas destas cat\u00e1strofes, apenas para dar lugar a um desenvolvimento explosivo de novas e mais avan\u00e7adas formas de vida. Goethe diz que a morte est\u00e1 l\u00e1 para que a natureza possa ter muita vida. Sem morte, n\u00e3o h\u00e1 vida. Sem desenvolvimento. Os organismos unicelulares t\u00eam basicamente uma imortalidade f\u00edsica. Eles nunca morrem, eles continuam a dividir-se a menos que algo venha violentamente de fora. Mesmo assim, eles s\u00e3o muito resistentes, alguns podem suportar mais de 100\u00b0C. Mas isso n\u00e3o deveria ser uma licen\u00e7a para os humanos arruinarem tudo. Foi o que aconteceu no passado, as hierarquias superiores trabalharam sabiamente connosco e atrav\u00e9s de n\u00f3s para que a natureza pudesse desenvolver-se de tal forma e para que as massas de vida perecessem. A natureza \u00e9 um desperd\u00edcio a este respeito. Mas no futuro deve acontecer de forma diferente. O desenvolvimento vai ganhar ritmo mais r\u00e1pido. O ritmo aumentou. Desde os primeiros organismos unicelulares at\u00e9 aos dinossauros, passam 2 mil milh\u00f5es de anos. Isso leva um tempo intermin\u00e1vel. De l\u00e1 at\u00e9 ao primeiro homem da Idade da Pedra, mais 65 milh\u00f5es de anos. N\u00e3o vamos ter estes longos per\u00edodos de tempo agora. H\u00e1 uma acelera\u00e7\u00e3o a acontecer, e o homem est\u00e1 por tr\u00e1s dela como um factor. O desenvolvimento futuro s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel se for feito pelo e com o homem. S\u00f3 os seres humanos podem trazer esta velocidade. N\u00f3s trazemos esta velocidade porque podemos fazer algo que a natureza n\u00e3o pode. Podemos desenvolver este pensamento vivo, mas n\u00e3o \u00e9 ao mesmo tempo um processo f\u00edsico externo da natureza. A natureza pensa como a natureza. A natureza, tal como se desenvolveu nos \u00faltimos bilh\u00f5es de anos, \u00e9 a express\u00e3o exterior do pensamento que se desenvolve na natureza. Atr\u00e1s dela est\u00e3o hierarquias espirituais superiores que implementam este pensamento. Eles s\u00f3 podem desdobr\u00e1-lo como um processo lento. Para um maior desenvolvimento, este ritmo de lazer n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel, mas um ritmo muito mais acelerado j\u00e1 se verificou. Mais destrutivo neste momento. Se trabalharmos entre a morte e um novo nascimento, ele \u00e9 medido em s\u00e9culos. S\u00f3 podemos trazer ao mundo um ritmo de desenvolvimento medido em anos, desde que estejamos encarnados na Terra. Portanto, esta fase em que a humanidade agora se encontra dentro, encarnada numa forma que est\u00e1 na Terra, e especialmente agora na era da alma consciente, \u00e9 a fase em que o desenvolvimento que podemos fazer como seres humanos encarnados exteriormente na Terra est\u00e1 no seu ponto mais alto. Ap\u00f3s o fim das \u00e9pocas culturais, isso ser\u00e1 novamente, essa possibilidade, o que n\u00e3o contribu\u00edmos agora na forma exterior, simplesmente n\u00e3o estar\u00e1 l\u00e1 mais tarde, faltar\u00e1 espiritualmente para um maior desenvolvimento.\n\nPortanto, a nossa grande tarefa \u00e9 criar uma ci\u00eancia, uma arte, uma arte consciente, um conhecimento art\u00edstico, uma arte cient\u00edfica, que ser\u00e1 necess\u00e1ria para transformar o mundo de tal forma que ele absorva for\u00e7as vitais completamente novas, for\u00e7as vitais crist\u00e3s, for\u00e7as vitais canalizadas, porque se realmente estimulamos o nosso pensamento vivo, ent\u00e3o a for\u00e7a vital do Cristo trabalha nele. Os poderes vitais do Cristo. Desenvolver o pensamento vivo significa estimular especificamente o poder de Cristo em n\u00f3s, que flui em nossas a\u00e7\u00f5es, no que fazemos, s\u00e3o poderes que d\u00e3o vida. Devemos remover tudo o que possa interferir com essas for\u00e7as, porque temos em nosso corpo astral, em nossas for\u00e7as an\u00edmicas do passado, atrav\u00e9s do carma que nos sobrecarregou, atrav\u00e9s dos erros, transgress\u00f5es, crimes, atrocidades, todos eles existentes na humanidade e que ainda hoje existem, os erros deixaram tra\u00e7os em nossa alma, N\u00f3s carregamos isso conosco como carma, tudo isso tem que ser dissolvido, tudo o que funciona l\u00e1 dentro sem que tenhamos um efeito transformador sobre ele, n\u00e3o s\u00f3 purificando, eliminando, me purificando, mas deixando para tr\u00e1s um monte de lixo mental, mas conduzindo for\u00e7as an\u00edmicas realmente negativas ao nada, e criando novas for\u00e7as melhores a partir do nada. Do nada, \u00e9 o que eu posso fazer. Na medida em que fazemos isso, n\u00f3s desenvolvemos o esp\u00edrito. Do nada criamos nova alma, ao mesmo tempo em que levamos a alma corrompida ao nada. Para o fazer desaparecer, para o eliminar completamente do mundo. Estas s\u00e3o as duas habilidades que s\u00e3o necess\u00e1rias a partir de agora, basicamente desde o Mist\u00e9rio do G\u00f3lgota, mas ent\u00e3o s\u00f3 come\u00e7ou lentamente, s\u00f3 agora somos chamados a desenvolver o eu espiritual, por um lado, para sermos capazes de levar a alma m\u00e1 ao nada e criar uma alma nova, melhor e mais forte a partir do nada. Temos de ser n\u00f3s a fazer isto.  Ningu\u00e9m nos pode ajudar. Essa \u00e9 a escritura que temos de fazer com o nosso eu. Temos de ser n\u00f3s a faz\u00ea-lo. \u00c9 a tarefa do nosso eu transformar completamente a nossa alma. N\u00e3o teremos sucesso completo durante a nossa evolu\u00e7\u00e3o terrestre, n\u00e3o precisamos, mas devemos ter sucesso at\u00e9 certo ponto se quisermos ter um futuro. Se n\u00e3o consegu\u00edssemos isso por nossos pr\u00f3prios esfor\u00e7os, passar\u00edamos para a oitava esfera. N\u00f3s n\u00e3o ter\u00edamos uma nova encarna\u00e7\u00e3o c\u00f3smica da nossa Terra. N\u00e3o haveria Nova Jerusal\u00e9m. O pr\u00e9-requisito b\u00e1sico para isto \u00e9 que comecemos a retrabalhar as nossas for\u00e7as an\u00edmicas. A Nova Jerusal\u00e9m \u00e9 o primeiro mundo que n\u00e3o \u00e9 feito para n\u00f3s pelos deuses, mas cuja possibilidade de exist\u00eancia depende do ser humano, se n\u00e3o dermos a nossa contribui\u00e7\u00e3o para ela, ent\u00e3o ela n\u00e3o existir\u00e1. O desenvolvimento que come\u00e7ou via Velho Saturno, Velha Lua, Velho Sol e agora Terra, ent\u00e3o este desenvolvimento estaria terminado. Esse n\u00e3o \u00e9 um cen\u00e1rio realista agora, mas voc\u00ea tem que ver que est\u00e1 dentro do reino das possibilidades. Mas n\u00f3s temos um eu e o eu queremos ser activos nesta forma. O eu s\u00f3 posso desenvolver criando algo mais, n\u00e3o apenas ele mesmo. N\u00e3o podemos trabalhar do espiritual para o f\u00edsico, para isso precisamos das nossas m\u00e3os e dos nossos dispositivos, mas no espiritual podemos. No I est\u00e1 o desejo irreprim\u00edvel de se desenvolver. Podemos, portanto, esquecer o cen\u00e1rio de horror que o desenvolvimento p\u00e1ra, porque j\u00e1 nos desenvolvemos bastante. Um n\u00famero n\u00e3o t\u00e3o pequeno de pessoas j\u00e1 desenvolveu o esp\u00edrito de si mesmas. O processo s\u00f3 deve tornar-se mais consciente e mais intensivo.\n\nA outra coisa \u00e9 viver pensando. Este \u00e9 o pensamento que se liga com o poder de Cristo, ambos juntos, isto \u00e9, renovar a alma fora do eu, torn\u00e1-la cada vez mais em algo inteiramente nosso, cada pessoa individualmente para si, mas tamb\u00e9m para a humanidade como um todo, cada pessoa o seu pr\u00f3prio eu espiritual, mas todos juntos uma grande atmosfera espiritual, uma entidade espiritual, a nossa Terra. O que \u00e9 essencialmente determinado pelo que n\u00f3s como humanidade, onde cada indiv\u00edduo contribui com algo, temos desenvolvido como um todo como um eu espiritual. Porque tudo o que ainda \u00e9 alma velha, que recebemos dos deuses, que foi corrompido pelo efeito dos advers\u00e1rios e por permitirmos, que n\u00e3o pode continuar, s\u00f3 o que n\u00f3s, como humanidade, desenvolvemos como um eu espiritual pode continuar, porque n\u00f3s, como humanidade, juntamente com todos os nossos eus espirituais, formamos o grande eu espiritual da Terra. Isto engloba todo o nosso sistema planet\u00e1rio, em \u00faltima an\u00e1lise todo o cosmos, que pertence \u00e0 nossa Terra. Quando a Terra passa para o estado espiritual, significa que todo o cosmos passa para o estado espiritual. E n\u00f3s damos a contribui\u00e7\u00e3o essencial para isso.\n\nO segundo ponto que a Nova Jerusal\u00e9m pode surgir \u00e9 o pensamento vivo, tornado poss\u00edvel pelo poder do Cristo, de ambos juntos surge o verdadeiro poder do amor. O amor \u00e9 a for\u00e7a da vida. \u00c9 claro que tamb\u00e9m tem algo de espiritual. O verdadeiro amor consiste em ser uma alma t\u00e3o pura quanto poss\u00edvel, isto \u00e9, na verdade esp\u00edrito-eu, e unir-se com uma for\u00e7a vital que carrega as for\u00e7as de Cristo dentro dela. Quando estas duas coisas podem se unir, surge ent\u00e3o este poder de amor, que tamb\u00e9m ainda n\u00e3o existia nesta forma. Esta for\u00e7a amorosa, que podemos criar no curso da evolu\u00e7\u00e3o da Terra, com o apoio do Cristo, na medida em que o conseguirmos fazer, ser\u00e1 uma realidade na Nova Jerusal\u00e9m, a pr\u00f3xima encarna\u00e7\u00e3o c\u00f3smica da Terra, que ser\u00e1 percebida como uma for\u00e7a natural, tal como temos for\u00e7as el\u00e9tricas, for\u00e7as gravitacionais na natureza de hoje, assim a for\u00e7a natural central da Nova Jerusal\u00e9m ser\u00e1 o amor. Ainda n\u00e3o podemos imaginar como ser\u00e1 ent\u00e3o a natureza, porque ser\u00e1 uma cria\u00e7\u00e3o livre. Como ser\u00e1 depender\u00e1 dos passos que dermos hoje para o futuro. A qualidade deste mundo vai depender disso. Temos de trabalhar nisso.\n\nO que isso tem a ver com a efus\u00e3o das 7 ta\u00e7as da ira? A raiva divina \u00e9 uma manifesta\u00e7\u00e3o exterior do amor divino.  S\u00f3 aparece como raiva quando se olha para ela do lado errado. Parece ser uma amea\u00e7a apenas na medida em que n\u00e3o esgotamos as nossas possibilidades espirituais. Quando estamos demasiado hesitantes para transformar a nossa alma. Em outras palavras, quando negligenciamos o desenvolvimento do nosso eu espiritual a um grau suficiente. Ent\u00e3o este desenvolvimento, que deve vir, vai acontecer com muita dor. Com grandes fardos para a humanidade. S\u00f3 temos duas possibilidades. Ou dizemos que somos pregui\u00e7osos, deixemos os deuses resolverem isso, somos muito pequenos, s\u00f3 temos nossa mente, ent\u00e3o ser\u00e1 dif\u00edcil para a humanidade, tristeza, uma tristeza causada por n\u00f3s mesmos, n\u00e3o tem nada a ver com o castigo divino, n\u00e3o somos castigados por ningu\u00e9m a n\u00e3o ser por nossas pr\u00f3prias falhas, com a imagem da ira que foi usada em parte no passado pela igreja ou pelos governantes, j\u00e1 come\u00e7a no Antigo Testamento, com essa imagem eles tentaram dominar a humanidade e mant\u00ea-la pequena. Isso ainda est\u00e1 a ser tentado hoje. S\u00f3 que n\u00e3o t\u00e3o obviamente. Ele se veste com imagens diferentes. \"Se voc\u00ea n\u00e3o for vacinado, ent\u00e3o a infec\u00e7\u00e3o vir\u00e1 sobre voc\u00ea! Ent\u00e3o o v\u00edrus maligno vir\u00e1!\" \u00c9 lan\u00e7ada hoje em uma imagem materialista, mas \u00e9 uma distor\u00e7\u00e3o. O \u00fanico castigo \u00e9 que temos de suportar as consequ\u00eancias dos nossos erros. Caso contr\u00e1rio, o desenvolvimento n\u00e3o vai continuar. Se n\u00e3o queremos reparar o dano, ent\u00e3o entramos no reino dos advers\u00e1rios, a oitava esfera, o reino da entidade Sorat, ou n\u00f3s mesmos nos tornamos a entidade Sorat. O n\u00famero da besta, que \u00e9 o n\u00famero de um ser humano. A quem negligenciamos para desenvolver o eu livre. Se nos integr\u00e1ssemos neste reino, n\u00e3o seria o pr\u00f3prio eu que se perderia, mas o eu livre, este tipo especial de eu que temos como eu humano. O que \u00e9 diferente do I das hierarquias acima de n\u00f3s. Que tem esta liga\u00e7\u00e3o directa com o Cristo. Isso seria perdido. Ter\u00edamos ent\u00e3o um eu que n\u00e3o tem liga\u00e7\u00e3o com o Cristo, um eu que n\u00e3o tem liberdade, mas que poderia muito bem ser muito poderoso. Classificado como uma engrenagem em seu lugar, existem ent\u00e3o engrenagens poderosas e menos poderosas, que seria o reino de Sorat, que seria o nosso reino. O processo de desistir do eu que nos \u00e9 prometido, que nos acena como uma oportunidade, \u00e9 doloroso.\n\nTamb\u00e9m se pode poupar algum desse sofrimento, os advers\u00e1rios s\u00e3o muito espertos, a humanidade n\u00e3o pode poupar-se a si mesma, haver\u00e1 um imenso sofrimento se a humanidade como um todo negligenciar essa tarefa, seria um sofrimento infinito (mas n\u00e3o \u00e9 realista, Porque j\u00e1 hoje h\u00e1 pessoas que desenvolveram o esp\u00edrito), se quisermos seguir o outro caminho leve, com um eu forte, um eu humano, ent\u00e3o s\u00f3 h\u00e1 uma possibilidade, que tomemos sobre n\u00f3s mesmos para transformar as for\u00e7as an\u00edmicas negativas em boas, por livre arb\u00edtrio. Levando-os atrav\u00e9s do ponto zero, jogando o negativo no nada e criando do nada uma alma melhor, mais perfeita. Este processo \u00e9, naturalmente, exaustivo, temos de estar conscientes disso, s\u00f3 podemos faz\u00ea-lo n\u00f3s pr\u00f3prios, falharemos sempre, falhamos muitas vezes no passado e falharemos cada vez mais depressa, atrav\u00e9s da acelera\u00e7\u00e3o, a humanidade cometer\u00e1 tantos erros como nunca antes na sua hist\u00f3ria, mas far\u00e1 progressos, se tomar o caminho certo, ent\u00e3o as coisas positivas que vierem \u00e0 tona prevalecer\u00e3o sobre todos os erros, e continuar\u00e1 a ser um desenvolvimento saud\u00e1vel. Mas vai ter as suas dificuldades. Temos apenas duas possibilidades, a) n\u00e3o fazemos nada, depois n\u00e3o podemos cometer os erros, mas depois entramos no reino dos advers\u00e1rios, eles nos prometem um caminho sem falhas, um caminho perfeito, um mundo perfeito, como uma m\u00e1quina perfeita, n\u00e3o h\u00e1 liberdade nele, um mundo intrinsecamente morto, um mundo sem alma, isso \u00e9 o drama, a alma pereceria neste mundo, isso \u00e9 tamb\u00e9m uma liberta\u00e7\u00e3o do sofrimento, porque assim n\u00e3o se sentiria qualquer sofrimento, tudo se torna abstracto na sua ess\u00eancia, n\u00e3o devemos querer isso, mas depois temos de ir pelo outro lado, b) assumir o fardo de nos desenvolvermos mais na alma, de trabalharmos sobre n\u00f3s pr\u00f3prios e de ajudarmos os outros, de darmos impulsos aos outros. S\u00f3 trabalhamos o nosso eu espiritual no sentido certo, quando ele cont\u00e9m impulsos que tamb\u00e9m s\u00e3o importantes para os outros, o eu ganha ao fazer surgir algo novo na alma, atrav\u00e9s disso o eu sobe cada vez mais alto, quanto mais ele consegue fazer surgir algo que com isso surge com alma, a pessoa pode ent\u00e3o d\u00e1-lo. Porque ele pode voltar a t\u00ea-lo a qualquer momento. S\u00f3 existe se for criada de novo e de novo, o que tamb\u00e9m acontece com a alma, que n\u00e3o est\u00e1 ali como uma rocha, mas est\u00e1 em constante transforma\u00e7\u00e3o e se renova constantemente a partir do Eu. Uma alma que podemos chamar de eu espiritual \u00e9 uma alma que \u00e9 criada de novo a cada momento, assim como o nosso eu, que \u00e9 o eu espiritual em n\u00f3s, difere da alma velha em que esta alma nova, isto \u00e9, este eu espiritual, s\u00f3 existe no sentido de ser criada de novo a cada momento pelo nosso eu. Caso contr\u00e1rio, n\u00e3o est\u00e1 l\u00e1. Ent\u00e3o temos o esp\u00edrito de si mesmo. A maior parte da alma, que ainda temos agora, e uma parte maior de todo o corpo astral, na qual a alma \u00e9 uma parte menor, tem um car\u00e1ter diferente, n\u00e3o \u00e9 criada de novo por n\u00f3s a cada momento, e afunda de novo no nada a cada momento, s\u00f3 podemos fazer isso no momento com o eu, no eu reside essa capacidade inata, mas agora ela \u00e9 transferida para essa parte da alma, que n\u00f3s mesmos criamos do nada. E depois carregamo-lo, recriando-o repetidamente do nada. Em nuances sempre novas. Isso muda. Na velha alma \u00e9 para que seja levada at\u00e9 a divindade pelos poderes criativos das hierarquias, apenas uma coisa cai do todo, a saber, as partes corruptas que criamos porque seguimos os advers\u00e1rios, estas s\u00e3o as coisas que s\u00e3o quase como uma alma materializada, um paradoxo, isto \u00e9. Ou seja, n\u00e3o \u00e9 apoiado pela constante renova\u00e7\u00e3o criativa da Divindade e das hierarquias, e n\u00e3o \u00e9 apoiado pelo fato de que constantemente a renovamos mentalmente a partir do nosso Eu, mas se tornou esc\u00f3ria passiva. Isso \u00e9 uma grande distin\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se deve imaginar a esc\u00f3ria como um objeto s\u00f3lido, mas \u00e9 t\u00e3o semelhante, que \u00e9 uma alma morta. Tudo o que \u00e9 negativo que carregamos em nossa alma, ou no fundo subconsciente de nossa alma, \u00e9 algo como um recinto morto em nossa alma. O mundo divino-espiritual acima de n\u00f3s n\u00e3o pode fazer nada com ele, nem pode dissolv\u00ea-lo, porque n\u00f3s mesmos s\u00f3 podemos dissolver nosso carma, ningu\u00e9m mais pode fazer isso, nem mesmo o Cristo, mas ele pode nos apoiar com suas for\u00e7as vitais, mas n\u00f3s mesmos temos que dissolv\u00ea-lo. Quando diz que Cristo levou sobre si os pecados do mundo, isso n\u00e3o significa que ele possa tirar-nos o nosso carma, ele s\u00f3 pode garantir que o nosso carma possa ser dissolvido na forma certa, isso tamb\u00e9m \u00e9 importante, porque j\u00e1 dissemos que os advers\u00e1rios cuspiram nele, que a desordem entrou no carma, Pode acontecer que o equil\u00edbrio c\u00e1rmico n\u00e3o funcione como deveria funcionar, no passado tivemos ajuda com isso, ningu\u00e9m podia dissolver o karma para n\u00f3s, mas podiam apoiar-nos a seguir o caminho e a sermos empurrados karmicamente para as situa\u00e7\u00f5es em que esta tarefa se nos apresenta. Os advers\u00e1rios trabalham para garantir que isso n\u00e3o aconte\u00e7a. Ou seja, a promessa dos advers\u00e1rios \u00e0 humanidade \u00e9 que n\u00e3o tens de resolver o teu karma, o que fizeste n\u00e3o precisa de te sobrecarregar mais. Claro que, porque os advers\u00e1rios constroem seu mundo a partir disso, eles est\u00e3o felizes de ter o carma, ent\u00e3o eles far\u00e3o de tudo para garantir que o carma da humanidade n\u00e3o seja cumprido, isso seria a pior coisa que poderia acontecer conosco. Superficialmente, isso poderia nos parecer desej\u00e1vel, todos os golpes do destino deixariam ent\u00e3o de existir. Se os advers\u00e1rios conseguissem trazer toda a humanidade para a sua linha, ent\u00e3o n\u00e3o haveria mais nenhuma compensa\u00e7\u00e3o c\u00e1rmica. Ser\u00edamos capazes de cometer delitos que n\u00e3o teriam consequ\u00eancias. Pelo menos n\u00e3o para n\u00f3s mesmos, o que n\u00e3o se repercutiria em n\u00f3s. Estes delitos mudam o mundo, mas t\u00eam consequ\u00eancias para as pessoas que prejudicamos. N\u00e3o para n\u00f3s. Isso pode parecer agrad\u00e1vel. Quando j\u00e1 n\u00e3o se \u00e9 empurrado para situa\u00e7\u00f5es fat\u00eddicas porque temos algo a trabalhar que \u00e9 desagrad\u00e1vel. Ent\u00e3o poder\u00edamos dizer: oh, o bom Deus quer bem conosco, poupa-nos de um destino dif\u00edcil, mas: aqueles que querem nos poupar s\u00e3o os advers\u00e1rios! Eles querem impedir-nos de assumirmos esta tarefa. Mas se procurarmos assumir essa tarefa a tempo, ent\u00e3o o sofrimento envolvido, que consiste em nos retrabalharmos e vivermos essa dificuldade, ser\u00e1 relativamente brando, mas quanto mais nos ocuparmos, mais dif\u00edcil se tornar\u00e1. Se o carma est\u00e1 funcionando corretamente, h\u00e1 sempre um momento particular, uma oportunidade, quando este problema que temos pode ser tratado da melhor maneira poss\u00edvel. Se o fizermos um ano depois, o destino bate um pouco mais forte, se o adiarmos por mais dez anos, bate ainda mais forte, ou seja, se quisermos evitar grande sofrimento, s\u00f3 o podemos fazer estando atentos \u00e0s nossas tarefas de destino. Essa \u00e9 uma das coisas importantes que tamb\u00e9m est\u00e1 ligada ao desenvolvimento do eu espiritual, estar alerta para qual tarefa do destino est\u00e1 agora \u00e0 m\u00e3o. Como \u00e9 que vamos saber? Eles v\u00eam at\u00e9 n\u00f3s em vida. N\u00e3o precisamos de chocar. A tarefa vem directamente para n\u00f3s. O truque \u00e9 n\u00e3o dormir atrav\u00e9s dele. Quando conhe\u00e7o outra pessoa, percebo que lhe devo algo carmaticamente. Eu fiz-lhe alguma coisa. Agora devo desenvolver uma for\u00e7a an\u00edmica que seja igualmente ben\u00e9fica para ele e para mim. Para o desenvolver, tenho de fazer um certo esfor\u00e7o.\n \nTemos de desenvolver aqui uma intui\u00e7\u00e3o segura, h\u00e1 uma situa\u00e7\u00e3o de destino e cabe-me a mim fazer alguma coisa. Pode ser com uma pessoa que conhe\u00e7o h\u00e1 muito tempo, com quem tenho que resolver algo carmaticamente, mas n\u00e3o foi a minha vez at\u00e9 agora, ent\u00e3o tudo correu bem at\u00e9 l\u00e1, ent\u00e3o surge uma situa\u00e7\u00e3o em que a tarefa do destino bate calmamente. Ent\u00e3o fique alerta! Se de repente eu percebo que algo n\u00e3o est\u00e1 bem na nossa rela\u00e7\u00e3o, que h\u00e1 um certo tom nela, ent\u00e3o muitas vezes \u00e9 porque agora \u00e9 a vez da tarefa que liga as duas pessoas. Quando voc\u00ea percebe que, ent\u00e3o vem a intui\u00e7\u00e3o, o impulso certo, o que eu deveria fazer. Isso ser\u00e1 cada vez mais consciente no futuro. Voc\u00ea sente que agora \u00e9 o momento certo e faz a coisa certa. Isso \u00e9 uma intui\u00e7\u00e3o instintiva, o que \u00e9 muito bom para o in\u00edcio. Para o futuro, estamos na era da alma da consci\u00eancia, ser\u00e1 tamb\u00e9m uma quest\u00e3o de nos tornarmos cada vez mais conscientes de que agora a situa\u00e7\u00e3o chegou, o que tem de ser feito, porque tem de ser feito. Para experimentar as liga\u00e7\u00f5es c\u00e1rmicas de forma muito mais concreta. Isto \u00e9 bastante decisivo no futuro e tamb\u00e9m faz parte do cristianismo, \u00e9 uma das tarefas importantes hoje, como o cristianismo, a reencarna\u00e7\u00e3o e o carma est\u00e3o ligados. At\u00e9 agora, isto tem sido ignorado, especialmente pela Igreja. Embora haja passagens suficientes no Antigo e no Novo Testamento que apontam para isso. Todas as escrituras se tornaram algo morto e eu tenho de chegar primeiro \u00e0 palavra viva.  Havia tamb\u00e9m uma certa necessidade de a humanidade se concentrar durante um certo tempo, inteiramente numa encarna\u00e7\u00e3o em que tudo seria decidido. Portanto, havia uma certa justifica\u00e7\u00e3o para a ideia da encarna\u00e7\u00e3o ficar em segundo plano. Mas um cristianismo atual sem consci\u00eancia da reencarna\u00e7\u00e3o e do carma n\u00e3o \u00e9 cristianismo. \u00c9 anticrist\u00e3o. \u00c9 evidente que as grandes denomina\u00e7\u00f5es n\u00e3o conseguem acompanhar este ritmo ao que seria necess\u00e1rio hoje. Quando uma igreja estabelece uma decis\u00e3o como dogma, ent\u00e3o ela basicamente n\u00e3o pode mais ser mudada. Se eles pensam que leram algo das Escrituras Sagradas, porque muito poucos podem ver espiritualmente que esta \u00e9 a verdade, ent\u00e3o ela \u00e9 estabelecida como dogma, o que leva s\u00e9culos na igreja. Por exemplo, a ascens\u00e3o corporal de Marian, que foi elevada ao dogma da igreja por volta de 1950, j\u00e1 existia como uma tradi\u00e7\u00e3o desde o s\u00e9culo VI. A interpreta\u00e7\u00e3o est\u00e1 no limite. Produziu uma s\u00e9rie de flores em teologia. N\u00f3s, como humanidade, j\u00e1 n\u00e3o temos tempo para processos t\u00e3o longos. Precisamos de um alerta muito maior para reconhecer qual \u00e9 a decis\u00e3o certa aqui e agora. N\u00e3o podemos mais confiar em nada que tenha sa\u00eddo de t\u00e3o longos processos de desenvolvimento. As decis\u00f5es t\u00eam de ser tomadas aqui e agora. Podemos fazer isso hoje. Para muitas pessoas, isto est\u00e1 logo abaixo da superf\u00edcie da consci\u00eancia. Com muitos s\u00f3 precisa a) reconhecer a necessidade de passar do pensamento morto ao pensamento vivo, \u00e9 o pensamento morto que nos paralisa para perceber o que j\u00e1 existe como um processo na alma, ou seja, a transforma\u00e7\u00e3o do eu da alma em verdadeiro eu espiritual, o processo est\u00e1 h\u00e1 muito em curso, em curso com muito mais pessoas do que se pensa, s\u00f3 que a maioria n\u00e3o sabe nada sobre ele. \u00c9 por isso que n\u00e3o sabemos nada sobre isso, porque temos este pensamento morto. O pensamento morto n\u00e3o consegue reconhecer isto. Com o pensamento morto, n\u00e3o consigo chegar perto da alma. Porque este tipo de pensamento n\u00e3o \u00e9 adequado para isso. \u00c9 s\u00f3 aos mortos que este pensamento pode chegar. Para experimentar o processo que j\u00e1 est\u00e1 ocorrendo, isto \u00e9, a transforma\u00e7\u00e3o da alma, do astral em eu espiritual atrav\u00e9s do eu, preciso deste pensamento vivo, no qual tamb\u00e9m est\u00e1 presente toda a for\u00e7a do Cristo. Com este pensamento eu consigo agarr\u00e1-lo. Se eu tenho este pensamento, ent\u00e3o eu tamb\u00e9m posso tomar consci\u00eancia desta situa\u00e7\u00e3o c\u00e1rmica, que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel com o pensamento cerebral, pois isto eu devo ter este pensamento et\u00e9rico, n\u00f3s pensamos menos com a caixa cerebral, mas com todo o nosso corpo et\u00e9rico, ou seja, com as for\u00e7as et\u00e9ricas que est\u00e3o nas m\u00e3os.  As for\u00e7as et\u00e9ricas das m\u00e3os s\u00e3o os \u00f3rg\u00e3os de pensamento do destino. Tenho de me afastar do pensamento da caixa do c\u00e9rebro. Ponderando sobre carma e pensamento vivo, explique logicamente, depois desaparece. Porque o pensamento morto expulsa as for\u00e7as et\u00e9ricas do c\u00e9rebro e tamb\u00e9m n\u00e3o leva a bra\u00e7os et\u00e9ricos vivos. Quando desenvolvemos o pensamento vivo - Wolfgang faz movimentos ondulat\u00f3rios com seus bra\u00e7os - ent\u00e3o n\u00f3s abanamos, ent\u00e3o n\u00f3s vibramos, ent\u00e3o n\u00f3s nos levantamos com nossas asas et\u00e9ricas, ent\u00e3o eles n\u00e3o s\u00e3o apenas bra\u00e7os, ent\u00e3o eles s\u00e3o asas reais, nossos bra\u00e7os et\u00e9ricos se tornam que, ent\u00e3o n\u00f3s nos elevamos acima de nosso carma, como pardais no in\u00edcio, depois melros, depois \u00e1guias em algum ponto, pairando acima do carma que n\u00f3s acumulamos de todas as nossas encarna\u00e7\u00f5es, e podemos ignor\u00e1-lo, pensar a partir dele e tomar nossas decis\u00f5es a partir dele, definir nossas a\u00e7\u00f5es. Precisamos disso n\u00e3o s\u00f3 para alcan\u00e7ar uma vida social saud\u00e1vel no futuro, mas tamb\u00e9m para conviver com a natureza da maneira correta. O carma n\u00e3o diz respeito apenas ao que fizemos ao ser humano, mas tamb\u00e9m ao que fizemos aos animais, \u00e0s plantas, aos minerais do mundo. Temos aqui uma grande tarefa, mesmo no s\u00f3lido f\u00edsico. Tamb\u00e9m temos esta tarefa no futuro pr\u00f3ximo, pelo menos na \u00e9poca das \u00e9pocas culturais. Uns milhares de anos. At\u00e9 l\u00e1, podemos desenvolver isto, se quisermos.\n\nMas para isso devemos reconhecer nosso carma, os lados negativos que carregamos conosco no astral e descarregamos constantemente, isto \u00e9, o dep\u00f3sito, quando nos separamos da Terra ap\u00f3s a morte, ent\u00e3o depositamos muitas coisas negativas no ambiente da Terra. As montanhas exteriores de lixo s\u00e3o uma bagatela em compara\u00e7\u00e3o com isto, s\u00e3o apenas uma consequ\u00eancia das montanhas espirituais de lixo que cobrem toda a Terra. A dissolu\u00e7\u00e3o das montanhas exteriores de lixo, a fim de fazer da Terra um planeta cheio de vida novamente, ent\u00e3o devemos tomar consci\u00eancia dessas manchas escuras. Devemos sentir compaix\u00e3o por todo o mundo l\u00e1 fora, porque \u00e9 l\u00e1 que depositamos o lixo mental. Precisamos sentir menos pena de n\u00f3s mesmos e mais pena do mundo, que continuamos sobrecarregando com isso. No final, quando morremos e passamos, n\u00f3s o impomos ao mundo. Depois fica tudo no fundo. N\u00e3o pode ser tratado por n\u00f3s enquanto l\u00e1 estivermos, temos de descer novamente. Como o tempo agora \u00e9 muito urgente, estamos descendo cada vez mais e mais rapidamente. As pessoas que suspeitam e se elevam espiritualmente ao conhecimento, voltam a descer muito rapidamente. Essa \u00e9 a raz\u00e3o pela qual hoje as encarna\u00e7\u00f5es est\u00e3o acontecendo em sucess\u00e3o cada vez mais r\u00e1pida, porque h\u00e1 cada vez mais pessoas na Terra, tudo est\u00e1 descendo para a Terra para realizar essa tarefa e isso \u00e9 um bom sinal. Quando se diz que no futuro buscaremos ativamente as possibilidades de sofrimento, o que se quer dizer com isso \u00e9 que desenvolvemos uma compaix\u00e3o, com os seres humanos, com os animais, com as plantas, com os minerais, com toda a terra, essa verdadeira compaix\u00e3o que nos torna conscientes de qual pode ser a nossa tarefa na melhoria do mundo, porque qual \u00e9 a nossa tarefa? Quando descemos ao mundo, cada ser humano traz uma tarefa com eles. Alguns est\u00e3o cientes disso, outros nem tanto. Qual \u00e9 a nossa tarefa? Porque \u00e9 que fazemos certos trabalhos? Somos activos em determinados contextos?  Porque l\u00e1 podemos dissolver todo o lixo de alma que deixamos para tr\u00e1s no passado e transform\u00e1-lo em algo melhor. Ent\u00e3o dissolve e cria algo mais alto do nada. Isto explica a tarefa da vida de cada ser humano. Isso \u00e9 o que procuramos. Como faxineiro, como gerente geral. Ou seja, \u00e9 uma quest\u00e3o de trabalhar neste espiritual em todas as nossas encarna\u00e7\u00f5es. Hoje trata-se de fazer isto conscientemente e desenvolver conscientemente esta compaix\u00e3o. Compaix\u00e3o n\u00e3o no sentido de chorar por isso, que por si s\u00f3 n\u00e3o vai salvar o mundo, \u00e9 um sentimento em todos os seres vivos que sofrem com o nosso lixo e sentem o que eu posso fazer para dissolver esse efeito. Claro que tenho que me livrar dos meus maus h\u00e1bitos, como beber demais, e ter certeza de n\u00e3o fazer nenhum novo, tenho que sentir o que o mundo l\u00e1 fora precisa porque deixei algo negativo no passado que agora \u00e9 areia nas engrenagens do mundo. N\u00f3s estamos envolvidos nisto. N\u00e3o podemos mais dizer hoje, como \u00e9 descrito nos tempos pr\u00e9-crist\u00e3os no V Evangelho, que precisamos estar no novo. A purifica\u00e7\u00e3o da alma hoje, a catarse, \u00e9 algo completamente diferente, n\u00e3o se trata de se tornar uma boa pessoa agora, Tenho que procur\u00e1-los em outro lugar, tenho que procur\u00e1-los nas situa\u00e7\u00f5es do destino, no encontro com outras pessoas, com a natureza, com os animais, com as plantas, com os minerais. Com os seres elementais. Desenvolva uma consci\u00eancia para isto. Isso significa tomar conscientemente o sofrimento sobre si mesmo. Compaix\u00e3o com o mundo l\u00e1 fora. Essa \u00e9 a verdadeira coisa crist\u00e3. Trabalhando ativamente atrav\u00e9s do sofrimento que temos causado com o sol em nossas mentes. Transformar isso, essa \u00e9 a tarefa principal que temos. N\u00e3o para assumir o sofrimento que me acontece, mas para o procurar activamente. Se isto tiver sucesso, ser\u00e1 sempre tamb\u00e9m uma fonte de alegria indescrit\u00edvel. Porque o mundo espiritual se alegra quando uma mancha escura \u00e9 dissolvida. A alegria de ver como o mundo se torna mais leve e melhor, e de experimentar isso concretamente, porque se voc\u00ea se aproxima dele conscientemente, voc\u00ea o experimenta, voc\u00ea experimenta a luz que se torna livre atrav\u00e9s dele.\n\nEssa \u00e9 a ideia do Cristianismo. Richard Wagner: Parzival, o puro tolo, sabendo por compaix\u00e3o. N\u00f3s lemos algo dos seus escritos te\u00f3ricos. Ele desenvolveu muitos pensamentos filos\u00f3ficos sobre as suas obras, nomeadamente com Parzival, em que lidou com o pensamento crist\u00e3o. Ele estava convencido da ideia de renascer e at\u00e9 queria escrever uma \u00f3pera sobre o assunto, mas nunca chegou a faz\u00ea-lo. Ele pensou sobre o sofrimento do Salvador. O sangue que foi derramado. T\u00edtulo: Hero\u00edsmo e cristianismo. Trata-se de hero\u00edsmo espiritual, um hero\u00edsmo que consiste basicamente em agarrar a tarefa espiritual que tamb\u00e9m temos. Dar um passo al\u00e9m do poss\u00edvel para tornar o imposs\u00edvel poss\u00edvel. Eu amo aquele que deseja o imposs\u00edvel. <em>\"O sangue do Salvador brota de sua cabe\u00e7a de suas feridas na cruz, que sacramentalmente perguntaria se ele pertencia \u00e0 ra\u00e7a branca ou a qualquer outra ra\u00e7a.<\/em> (portanto, diz respeito a toda a humanidade, o que \u00e9 not\u00e1vel porque Wagner j\u00e1 tinha pensado muito bem da ra\u00e7a branca, e foi interpretado em conformidade durante a era nazista), <em>Se a chamamos de divina, ent\u00e3o sua fonte deve estar pr\u00f3xima, for\u00e7osamente, apenas no que chamamos de unidade da esp\u00e9cie humana.<\/em> (vendo a humanidade como a unidade de todos os diferentes grupos \u00e9tnicos), <em>Esta faculdade devemos considerar como a \u00faltima etapa que a natureza alcan\u00e7ou na s\u00e9rie ascendente de suas forma\u00e7\u00f5es; a partir da\u00ed, ela n\u00e3o traz mais nenhuma nova forma\u00e7\u00e3o superior, pois nesta esp\u00e9cie, capaz de sofrimento consciente, ela mesma alcan\u00e7a sua \u00fanica liberdade atrav\u00e9s da aboli\u00e7\u00e3o da vontade incessantemente auto-contradit\u00f3ria\".<\/em>   Quem \u00e9 mais forte, eu ou eu? <em>\"A origem inescrut\u00e1vel desta vontade, imposs\u00edvel de demonstrar no tempo e no espa\u00e7o, s\u00f3 se torna conhecida para n\u00f3s naquela aboli\u00e7\u00e3o onde parece divina como vontade de reden\u00e7\u00e3o. Se encontramos a capacidade de o sofrimento consciente ser peculiarmente inerente ao sangue da chamada ra\u00e7a\/etnia branca, devemos agora reconhecer no sangue do Salvador o ep\u00edtome do pr\u00f3prio sofrimento conscientemente disposto, que como co-sufici\u00eancia divina derrama atrav\u00e9s de toda a esp\u00e9cie humana como sua fonte original.<\/em>  \n\nA efus\u00e3o das ta\u00e7as da ira descreve exatamente o processo pelo qual passamos quando nos expandimos cada vez mais com o nosso eu e com a nossa alma, nos conectamos com o mundo inteiro, e o que experimentamos no processo e as tarefas com as quais temos que lidar. Em princ\u00edpio, \u00e9 a invers\u00e3o do estado descrito no G\u00eanesis com a Cria\u00e7\u00e3o, onde se tratava do mundo a ser formado como um mundo da alma (Cap\u00edtulo 1), ainda n\u00e3o h\u00e1 nada externo, tudo o que ali \u00e9 mencionado sobre o sol, a lua e as estrelas ainda n\u00e3o existe no f\u00edsico, ainda n\u00e3o no et\u00e9rico, existe apenas na alma no in\u00edcio. O segundo cap\u00edtulo do G\u00eanesis entra no mundo et\u00e9rico, no f\u00edsico, at\u00e9 o reino a\u00e9reo. O Jardim do \u00c9den. Nunca foi um jardim terrestre. Era a grande terra que ainda tinha a lua dentro dela. Estado paradis\u00edaco. A transi\u00e7\u00e3o descrita no Apocalipse \u00e9 exactamente o caminho oposto, claro que agora a um n\u00edvel muito mais elevado, porque j\u00e1 experiment\u00e1mos muito entretanto e desenvolvemos mais. Compreenderemos bem estas coisas se as virmos como um reflexo do que foi descrito no in\u00edcio da hist\u00f3ria da cria\u00e7\u00e3o. Da pr\u00f3xima vez veremos como vai do a\u00e9reo para o de mat\u00e9ria fina e depois para o espiritual. \u00c9 imensamente s\u00e1bio o que come\u00e7a na Escritura com a hist\u00f3ria da cria\u00e7\u00e3o e termina com uma hist\u00f3ria de cria\u00e7\u00e3o transformada. Isto \u00e9 o que o Apocalipse retrata. Se voc\u00ea o l\u00ea apenas como um cen\u00e1rio catastr\u00f3fico, voc\u00ea est\u00e1 lendo-o completamente errado. \u00c9 lido de um modo pouco crist\u00e3o. J\u00e1 foi lido muitas vezes dessa maneira. Mesmo por pessoas da igreja. Pessoas inteiras foram exterminadas porque supostamente n\u00e3o eram agrad\u00e1veis a Deus. No ultramar, nas chamadas col\u00f3nias. As institui\u00e7\u00f5es da Igreja estavam muito envolvidas nisso. Hoje eles tamb\u00e9m fazem muito bem, isso tem que ser visto. O racismo de hoje, que ainda nos persegue, tamb\u00e9m tem as suas ra\u00edzes nisto. \u00c9 um princ\u00edpio que remonta ao in\u00edcio da humanidade, \u00e0 Idade da Pedra, ao per\u00edodo atl\u00e2ntico, quando existiam ra\u00e7as humanas no sentido cl\u00e1ssico. O acontecimento de Cristo diz respeito a todos os seres humanos. O termo \"ra\u00e7as\" originalmente remonta a Neandertais e Cro-Magnons, coisas que acompanhavam o desenvolvimento da humanidade, que eram seres humanos mas que morreram como ra\u00e7a porque nenhum ser humano estava mais disposto a encarnar-se nesta fisicalidade. Os humanos ent\u00e3o simplesmente se encarnaram na linhagem que se tornou Homo sapiens. Tal como com os animais, as esp\u00e9cies morrem porque j\u00e1 n\u00e3o t\u00eam futuro no seu interior. Mas isto n\u00e3o justifica o dano humano \u00e0 natureza. Mas h\u00e1 uma extin\u00e7\u00e3o natural que \u00e9 necess\u00e1ria. O per\u00edodo atl\u00e2ntico tamb\u00e9m serviu para que uma humanidade unida pudesse emergir.\n\nEnt\u00e3o no Apocalipse vem a grande hist\u00f3ria da crise com a Puta da Babil\u00f3nia e a \u00faltima grande batalha no Armaged\u00e3o. Depois a espiritualiza\u00e7\u00e3o sob a forma da Nova Jerusal\u00e9m. Uma nova encarna\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 da terra, mas de todo o cosmos. \n<\/pre>\n\n<\/div>\n\t\t<\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo Dr. Wolfgang Peter Aqui encontrar\u00e1 resumos \u00fateis, transcri\u00e7\u00f5es, palavras-chave, etc. Se desejar ajudar a tornar esta documenta\u00e7\u00e3o ainda mais rica, por favor contacte info@anthro.world. Muito obrigado a todos os colaboradores que trabalham arduamente! 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