{"id":2557,"date":"2021-10-04T09:25:03","date_gmt":"2021-10-04T07:25:03","guid":{"rendered":"https:\/\/anthro.world\/?page_id=2557"},"modified":"2021-10-04T09:25:07","modified_gmt":"2021-10-04T07:25:07","slug":"68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/","title":{"rendered":"68\u00aa Palestra sobre o Apocalipse de Jo\u00e3o (Documenta\u00e7\u00e3o)"},"content":{"rendered":"<p class=\"has-dark-gray-color has-text-color\">Pelo Dr. Wolfgang Peter<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\"><li>Aqui voc\u00ea encontrar\u00e1 resumos \u00fateis, transcri\u00e7\u00f5es, palavras-chave, etc.<\/li><li>Se voc\u00ea tamb\u00e9m gostaria de ajudar a tornar esta documenta\u00e7\u00e3o ainda mais rica, por favor entre em contato <a href=\"mailto:info@anthro.world\">info@anthro.world<\/a><\/li><li>Muito obrigado a todos os colaboradores que trabalham arduamente!<\/li><\/ul>\n\n\n\n<div style=\"height:40px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Data da palestra:<\/strong> <\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sum\u00e1rio<\/h2>\n\n\n<div class=\"wp-block-ub-content-toggle wp-block-ub-content-toggle-block\" id=\"ub-content-toggle-block-8774b632-cf44-4f2e-8844-f15490a6a0ff\" data-mobilecollapse=\"false\" data-desktopcollapse=\"false\" data-preventcollapse=\"false\" data-showonlyone=\"false\">\n<div class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion\" style=\"border-color: #f1f1f1; \" id=\"ub-content-toggle-panel-block-\">\n\t\t\t<div class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-title-wrap\" style=\"background-color: #f1f1f1;\" aria-controls=\"ub-content-toggle-panel-0-8774b632-cf44-4f2e-8844-f15490a6a0ff\" tabindex=\"0\">\n\t\t\t<p class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-title ub-content-toggle-title-8774b632-cf44-4f2e-8844-f15490a6a0ff\" style=\"color: #000000; \">Do colega ouvinte B. G.<\/p>\n\t\t\t<div class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-toggle-wrap right\" style=\"color: #000000;\"><span class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-state-indicator wp-block-ub-chevron-down open\"><\/span><\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t<div role=\"region\" aria-expanded=\"true\" class=\"wp-block-ub-content-toggle-accordion-content-wrap\" id=\"ub-content-toggle-panel-0-8774b632-cf44-4f2e-8844-f15490a6a0ff\">\n\n<pre class=\"wp-block-preformatted\">18. verso da semana: <em>\"Se eu puder alargar a alma para que ela se una a si mesma, receber palavras mundo-germ\u00e2nicas, suspeito que tenho de encontrar for\u00e7as para moldar a alma dignamente, para se formar em uma veste espiritual.\"<\/em> Como no vers\u00edculo 17 da semana, \u00e9 registrado 1:1 como podemos ouvir a palavra do mundo quando estamos l\u00e1 fora no ver\u00e3o com nossa consci\u00eancia, e talvez come\u00e7ar a sentir a alma, o espiritual, que est\u00e1 trabalhando l\u00e1 fora. No outro dia havia a palavra mundial que nos fala, e era uma quest\u00e3o de retomar essa palavra mundial em nossas pr\u00f3prias profundezas espirituais. Ou seja, tomar consci\u00eancia da palavra mundial dentro de si. Recebemo-lo de fora como um presente, mas \u00e9 algo que entra no nosso eu como uma for\u00e7a. Este \u00e9 o poder de Cristo, que pode funcionar atrav\u00e9s do nosso eu. O 18\u00ba verso da semana trata exatamente da tarefa que est\u00e1 em jogo para n\u00f3s. Tornar a alma digna, para que a alma se torne a veste do espiritual, isto \u00e9, do eu-poder que trabalha em n\u00f3s, com o qual e atrav\u00e9s do qual o Cristo-eu trabalha, para fazer da alma a express\u00e3o desse poder espiritual e assim se tornar criativamente formativa na alma. Isto \u00e9 mais do que purificar a alma.\n\nVivemos numa atmosfera terrestre que cont\u00e9m muitas for\u00e7as negras. Do qual muito pouco foi realmente dissolvido, porque a dissolu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o simples. Devemos n\u00e3o s\u00f3 nos purificar atrav\u00e9s de exerc\u00edcios rigorosos, mas devemos gerar uma for\u00e7a espiritual criativa que, por um lado, pode gerar for\u00e7as an\u00edmicas a partir do nada e, por outro lado, tamb\u00e9m pode levar as for\u00e7as an\u00edmicas de volta ao nada, desaparecem em completa dissolu\u00e7\u00e3o, o esp\u00edrito \u00e9 o que cria do nada, mas tamb\u00e9m pode levar de volta ao nada, a quest\u00e3o \u00e9, n\u00f3s tamb\u00e9m s\u00f3 podemos dissolver as for\u00e7as negativas que n\u00f3s mesmos trouxemos h\u00e1 muito tempo, atrav\u00e9s do poder criador do nosso Eu. Isto diz respeito ao nosso karma pessoal individual. O que n\u00e3o nos dissolvemos, n\u00e3o ser\u00e1 dissolvido. Nem Cristo nos pode poupar o nosso karma. Dissolver o carma significa levar o \u00e2ngulo escuro ao nada. Se fizermos isso, toda a nova alma que criamos no processo, que \u00e9 a <strong>O Esp\u00edrito Pr\u00f3prio<\/strong>. A primeira coisa criativa que podemos trazer \u00e0 tona. Agora, aqui, hoje. Alguns dos que foram antes de n\u00f3s o fizeram um pouco antes. N\u00f3s pr\u00f3prios temos esta capacidade. Que danos foram feitos pelos nossos atos na esfera et\u00e9rica ou mesmo no mundo f\u00edsico, sobretudo no lado espiritual do mundo f\u00edsico, n\u00f3s mesmos n\u00e3o podemos fazer nada, ou apenas muito pouco. <em>\"tomou sobre si os pecados do mundo\".<\/em>. Mas isto n\u00e3o deve ser entendido de tal forma que ele tire os nossos pecados pessoais, os dissolva e assim nos livramos deles, mas tudo o que diz respeito ao nosso carma, que devemos colocar em ordem n\u00f3s mesmos. Mas todos os outros efeitos no mundo de mat\u00e9ria fina e de mat\u00e9ria grosseira, que tamb\u00e9m a\u00ed provocaram grandes danos, onde os nossos erros foram o ponto de partida, ele os toma sobre si. Porque ainda n\u00e3o somos capazes de fazer isso n\u00f3s mesmos. Essa \u00e9 a gra\u00e7a que o Cristo nos d\u00e1.\n\n\u00c9 bom que ele nos deixe isto, porque o homem est\u00e1 predisposto \u00e0 liberdade. Tr\u00eas cosmos inteiros foram necess\u00e1rios para que o homem desenvolvesse a liberdade, para que se tornasse um ser espiritual que se inspirasse diretamente no Criador. O que os anjos n\u00e3o podem fazer. Mesmo os serafins est\u00e3o na vis\u00e3o da Divindade, eles recebem os poderes de l\u00e1 de fora. Recebemo-los do nosso eu interior, isso \u00e9 o m\u00e1ximo. Essa \u00e9 a confian\u00e7a que o mundo divino nos d\u00e1. O dom da possibilidade de liberdade. Se realmente o conseguimos, depende de n\u00f3s. Temos de o querer. Podemos dizer a n\u00f3s mesmos: H\u00e1 uma fonte no meu eu, da qual posso ser criativamente ativo. Cada agita\u00e7\u00e3o da alma \u00e9 algo assim, se ela surgir de novo e n\u00e3o for vivida de forma rotineira. No encontro com outra pessoa, no encontro com a natureza, um animal, uma planta. Sempre que eu crio uma nova sensa\u00e7\u00e3o mental que ainda n\u00e3o existe no mundo. Ent\u00e3o isso j\u00e1 leva o desenvolvimento mundial mais longe. Isso significa algo para a natureza, para a planta. Quando enfrentamos uma planta, um animal, outro ser humano, desta forma. N\u00f3s fazemos isso, embora muitas vezes n\u00e3o o saibamos. Hoje em dia, na era da consci\u00eancia-alma, precisamos de nos tornar cada vez mais conscientes disto. O nosso verdadeiro eu, do qual at\u00e9 agora s\u00f3 conhecemos a imagem do espelho, leva-nos pelo caminho certo. O ser angelical que nos acompanha ajuda o nosso verdadeiro eu a ir por este caminho. O nosso eu tenho de tomar a decis\u00e3o de percorrer o caminho.\n\nO eu vive mais fortemente nas ac\u00e7\u00f5es que fazemos. Vivemos do Eu, o ego tamb\u00e9m cospe dentro dele, mas onde algo acontece, n\u00f3s somos ativos a partir do Eu. Ainda estamos pouco conscientes da grandeza deste \"eu\". Isso \u00e9 o que temos de aprender agora. Ent\u00e3o, quando encontramos a palavra certa que ajuda outra pessoa, h\u00e1 um forte poder espiritual na palavra que se torna eficaz, que alcan\u00e7a a outra pessoa, de modo que se torna um impulso para ela. A ajuda consiste em estimular a auto-ajuda. Dizer: \"Senta-te, vejo que n\u00e3o podes fazer isso, eu fa\u00e7o tudo por ti\" n\u00e3o \u00e9 uma verdadeira ajuda! Mas uma sugest\u00e3o para fazer voc\u00ea mesmo \u00e9 uma ajuda, mesmo que ele\/ela o fa\u00e7a dez vezes pior que eu. \u00c9 assim que ele\/ela vai \u00e0 frente. Se estiver ligado a um aut\u00eantico sentimento de alma. \u00c9 aut\u00eantico quando \u00e9 rec\u00e9m-criado a partir do I. Nunca existiu antes. Nunca existiu antes. Pequenas diferen\u00e7as s\u00e3o essenciais. Com o ritmo, a alma est\u00e1 no pequeno desvio; no momento em que se torna uma batida r\u00edgida, a m\u00fasica est\u00e1 morta. Em tudo o que fazemos, a alma est\u00e1 dentro, na caligrafia, em cada tra\u00e7o que deixamos na vida. H\u00e1 sempre uma parte aut\u00eantica do ego, claro que h\u00e1 sempre o ego.\n\nO ego \u00e9 a impress\u00e3o do eu no astral. \u00c0s vezes torna-se bastante independente. Connosco, a quest\u00e3o \u00e9 sempre: quem \u00e9 mais forte? Eu ou eu (ego). Todos n\u00f3s temos uma luta constante, uma luta. Mas no futuro nos tornaremos cada vez mais conscientes do que est\u00e1 acontecendo. E que n\u00f3s temos este poder.  Ganharemos confian\u00e7a no poder do Eu, para que possamos sentir como o poder do Cristo est\u00e1 presente sem restringir de forma alguma a nossa liberdade. Onde o Cristo est\u00e1 activo no nosso eu para cumprir a nossa vontade. E isso \u00e9, ao mesmo tempo, a vontade divina. Voc\u00ea tem que imaginar o que o divino arriscou ao permitir que sua vontade fosse expressa atrav\u00e9s do homem.  O futuro do mundo \u00e9 determinado pela vontade dos seres humanos, atrav\u00e9s da qual trabalha a vontade divina, mas se deixa orientar pelo que os seres humanos contribuem para ele. Isso \u00e9 incr\u00edvel. Meister Eckehart reconheceu isto. Isto nem sempre foi t\u00e3o popular na Igreja, porque era o programa que Deus senta no topo e manda e as pessoas t\u00eam de seguir, ou seja, na organiza\u00e7\u00e3o hier\u00e1rquica rigorosa da Igreja, no passado toda a cria\u00e7\u00e3o era assim, \u00e9 por isso que temos as hierarquias dos anjos, mas agora algo novo est\u00e1 a come\u00e7ar. Onde as pessoas no fundo, os seres humanos, est\u00e3o come\u00e7ando a assumir a tarefa mais importante. \u00c9 importante que tomemos consci\u00eancia do que somos capazes de fazer, do que nos \u00e9 confiado fazer e do que devemos confiar em n\u00f3s mesmos. Dizemos tantas vezes que somos t\u00e3o pequenos, mas podemos! N\u00f3s estamos autorizados! Dev\u00edamos! N\u00e3o est\u00e1 prevista a submiss\u00e3o em nenhum lugar, esse \u00e9 o modo do Antigo Testamento. Isso foi uma prepara\u00e7\u00e3o. Porque n\u00e3o havia outro caminho antes da morte do Cristo na cruz. O Cristo tinha que se ligar \u00e0 Terra e ao eu humano. Isso s\u00f3 era poss\u00edvel encarnando-se a si mesmo. Isto s\u00f3 foi poss\u00edvel encarnando na terra e descendo ao reino da morte. No reino que \u00e9 necess\u00e1rio para que possamos adquirir liberdade. As hierarquias superiores n\u00e3o t\u00eam acesso ao reino da morte, ao reino dos advers\u00e1rios. Mudou porque Cristo desceu ao reino da morte com o Mist\u00e9rio do G\u00f3lgota. A descida de Cristo ao inferno no S\u00e1bado Santo. De onde vem ent\u00e3o a ressurrei\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s disso, tornou-se poss\u00edvel para todos os I's humanos participar na qualidade da liberdade, e cooperar nela, no sentido de que realmente d\u00e3o a dire\u00e7\u00e3o. O curso do desenvolvimento futuro \u00e9 determinado por n\u00f3s. As hierarquias superiores s\u00e3o guiadas pelos nossos impulsos e inten\u00e7\u00f5es. Isso \u00e9 o melhor. Voc\u00ea s\u00f3 l\u00ea o Apocalipse no sentido crist\u00e3o se \u00e9 isso que voc\u00ea v\u00ea nele. Tamb\u00e9m se pode l\u00ea-lo de uma forma completamente diferente. Mas ent\u00e3o \u00e9 um grande mal-entendido, especialmente onde v\u00eam as grandes prova\u00e7\u00f5es. L\u00e1 est\u00e1 de novo, o \"castigo\" de Deus, Deus nos repreende por agir de acordo com a maneira correta novamente, N\u00e3o! \u00c9 sobre outra coisa. Primeiro temos de produzir da forma correcta. Ainda nem sequer existe, porque somos n\u00f3s que o determinamos. N\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de evitar o mal e escolher o bem, mas de dissolver o mal e criar o bem a partir do nada. N\u00e3o h\u00e1 nada pr\u00e9-determinado. N\u00e3o o bom, n\u00e3o o mau. N\u00f3s determinamos o caminho. \u00c9 por isso que todas essas provas que est\u00e3o sendo descritas agora, no cap\u00edtulo 16, o derramar das ta\u00e7as da ira, que soa ao Velho Testamento, o povo n\u00e3o estimula, \u00e9 por isso que o castigo vem sobre eles. No Antigo Testamento era assim.\n\nNo Novo Testamento, assume um significado completamente diferente. Portanto, R. Steiner diz com raz\u00e3o que o que aparece aqui nas descri\u00e7\u00f5es como a ira de Deus \u00e9, na realidade, o amor de Deus. O amor de Deus que quer tornar a liberdade poss\u00edvel para n\u00f3s. Ele faz tudo para nos permitir ser seres livres. Estamos apenas no in\u00edcio e ainda temos muito a fazer para nos tornarmos livres em maior escala. Liberdade significa que temos que nos libertar de todos os grilh\u00f5es que colocamos sobre n\u00f3s mesmos para nos tornarmos seres livres. Parece paradoxal colocar grilh\u00f5es para se tornar livre. Estas grilhetas ajudaram-nos a libertar-nos da orienta\u00e7\u00e3o de cima. Onde fomos servos obedientes de Deus ou das hierarquias, mas n\u00e3o \u00e9ramos livres, simplesmente assumimos e implementamos a vontade que flui de cima para baixo. Para que nos libertemos de ser meros receptores de ordens, o mundo divino fez algo engenhoso, deu-nos o reino dos advers\u00e1rios, a trindade dos advers\u00e1rios, o lucif\u00e9rico, o arim\u00e1nico e o asurico, que v\u00eam do ser Sorat, estes tr\u00eas grandes agrupamentos advers\u00e1rios foram-nos dados para nos afastarmos da orienta\u00e7\u00e3o do alto, e nalguma encarna\u00e7\u00e3o de repente ficamos ali, abandonados por todos os esp\u00edritos bons, solit\u00e1rios, mas ainda n\u00e3o solit\u00e1rios, porque colocados sobre o pr\u00f3prio ME. No Eu todo o mundo espiritual est\u00e1 potencialmente contido, agora do centro, n\u00e3o do exterior, do Eu todo o mundo espiritual pode brotar e o far\u00e1 cada vez mais, e bem real, para que a cria\u00e7\u00e3o futura passe por estes I's dos homens. Mas para isso tivemos que nos separar, as hierarquias n\u00e3o podiam fazer isso t\u00e3o diretamente, n\u00e3o podiam simplesmente expulsar as pessoas, primeiro tinham que criar a possibilidade de que pud\u00e9ssemos agir mal, o que s\u00f3 era poss\u00edvel atrav\u00e9s da influ\u00eancia dos advers\u00e1rios. \u00c9 por isso que a serpente no para\u00edso, \u00e9 onde come\u00e7a este aparente desastre, que na verdade \u00e9 um desastre, porque o sofrimento da humanidade e o sofrimento da cria\u00e7\u00e3o come\u00e7a com ele, o pre\u00e7o \u00e9 muito alto, mas \u00e9 necess\u00e1rio pagar para que o homem possa se tornar um ser livre.\n\nHoje \u00e9 o momento de falar abertamente sobre estas coisas. E n\u00e3o caia no pensamento de que algo deu errado na cria\u00e7\u00e3o, voc\u00ea tem que estar ciente de que um ser livre s\u00f3 pode estar l\u00e1 onde ele pode criar o bem ou tamb\u00e9m o mal a partir de seu pr\u00f3prio eu. N\u00e3o s\u00f3 escolher, mas tamb\u00e9m criar. Pode criar do nada. Para que n\u00f3s humanos possamos criar o bem a partir do nada, ou algo que esteja al\u00e9m do bem e do mal, porque \u00e9 algo maior do que o bem e o mal. O bem e o mal s\u00f3 entraram pela cria\u00e7\u00e3o para nos dar liberdade, para que isso acontecesse tinha que haver a divis\u00e3o, para que isso acontecesse tinha que haver os advers\u00e1rios, ent\u00e3o a divis\u00e3o est\u00e1 l\u00e1, h\u00e1 seres que fazem o mal no sentido de que trabalham contra os impulsos dos seres espirituais regulares. Neste sentido, eles s\u00e3o maus. Trabalhando contra o trabalho das hierarquias, o trabalho das hierarquias superiores e tamb\u00e9m colocando obst\u00e1culos no nosso caminho. \u00c9 o nosso caso que somos seduz\u00edveis por estes seres. Mas podemos compensar isso com algo muito maior, muito mais alto, que abolir\u00e1 a distin\u00e7\u00e3o entre o bem e o mal e trar\u00e1 algo muito mais brilhante, muito mais poderoso do que jamais existiu na evolu\u00e7\u00e3o da humanidade. \u00c9 apenas uma quest\u00e3o de tomar consci\u00eancia desta responsabilidade sem nos tornarmos megal\u00f3manos e conseguirmos a arrog\u00e2ncia de sermos t\u00e3o grandes e podemos fazer isto agora. Estamos apenas no in\u00edcio disto. Vamos cometer erros suficientes pelo caminho. Mas n\u00f3s podemos suportar a responsabilidade. Caso contr\u00e1rio, negamos o nosso eu. Ent\u00e3o n\u00e3o temos vontade e n\u00e3o temos vontade de nos colocar no nosso eu. Ao faz\u00ea-lo, n\u00f3s rejeitamos o grande dom divino na verdade. Muitas vezes na vida chegamos a um ponto em que desesperamos e dizemos: N\u00e3o posso fazer isso sozinho. Mas ent\u00e3o podemos sempre saber que em nosso eu est\u00e1 o Cristo-poder, que n\u00e3o nos diz o que fazer, mas que nos d\u00e1 sempre a for\u00e7a para perseverar. Para que do nosso eu possamos superar algo que n\u00e3o s\u00f3 afecta a alma, mas afecta as for\u00e7as vitais, afecta o f\u00edsico, afecta o f\u00edsico no mundo exterior, para que possamos realmente tornar-nos activos no mundo, o que nos falta em for\u00e7a no f\u00edsico, no et\u00e9rico, o Cristo apoia-nos nisto.\n\nS\u00f3 temos que ter confian\u00e7a para querer cri\u00e1-lo no espiritual. Isso \u00e9 o mais importante! Acima de tudo, sentir que uma pessoa pode dar sugest\u00f5es para a outra. Na forma como o digo e como o digo, que estado de esp\u00edrito da alma est\u00e1 dentro, se \u00e9 um estado de esp\u00edrito que criei criativamente, no conhecimento intuitivo da outra pessoa, \u00e9 criado a partir do conhecimento intuitivo da alma da outra pessoa, que ainda hoje est\u00e1 na sua maioria inconsciente e, portanto, cabe \u00e0 sua alma e pode ser um est\u00edmulo para a sua alma. Desta forma, podemos ajudar-nos uns aos outros indefinidamente. O futuro vai depender disso. Com cada impulso de ajuda que podemos dar a partir deste livre criativo, deste impulso de Cristo que est\u00e1 ligado a ele, onde a liberdade est\u00e1 dentro, o Cristo est\u00e1 dentro, ent\u00e3o podemos dar impulsos para fora disso a qualquer outro ser humano. Teoricamente, pelo menos, praticamente nem sempre funciona dessa forma.  Isto \u00e9, quando transmitimos o impulso da alma aos outros, a for\u00e7a vital certa liga-se a ela, talvez algo f\u00edsico tamb\u00e9m se ligue a ela. Mas acima de tudo, a for\u00e7a vital, que \u00e9 t\u00e3o importante. O amor \u00e9 mais do que algo cheio de alma. \u00c9 tamb\u00e9m algo espiritual. \u00c9 mais, \u00e9 uma for\u00e7a de vida muito real. O poder que promove a vida, que pode tornar os doentes saud\u00e1veis. N\u00e3o h\u00e1 mumbo-jumbo, n\u00e3o h\u00e1 cura milagrosa, mas trata-se de impulsos de cura. Onde o amor est\u00e1 dentro, isso \u00e9 automaticamente dentro, sen\u00e3o n\u00e3o seria amor. Caso contr\u00e1rio, seria um sentimento de simpatia. Mas precisa mais do que um sentimento de simpatia, precisa deste poder et\u00e9rico que ressoa, que flui com ele, e Cristo est\u00e1 ligado a este poder como um verdadeiro poder de cura. Um dia estaremos prontos, n\u00e3o durante o nosso desenvolvimento terreno, mas mais tarde, para poder fazer isso a partir de dentro de n\u00f3s mesmos. Mas se n\u00e3o desenvolvermos nada espiritualmente, ent\u00e3o as m\u00e3os de Cristo tamb\u00e9m est\u00e3o atadas. Se um impulso de ajuda n\u00e3o est\u00e1 ligado a uma certa for\u00e7a an\u00edmica, que devemos produzir n\u00f3s mesmos, ent\u00e3o o Cristo n\u00e3o pode fazer nada.\n\n\u00c9 uma express\u00e3o do amor divino que n\u00e3o deixamos de fazer isso, e que nos livramos de todos os obst\u00e1culos, de todas as for\u00e7as negativas que ainda est\u00e3o em nossa alma, que acumulamos sobre muitas encarna\u00e7\u00f5es, que nos livramos de todas elas na alma at\u00e9 o fim do desenvolvimento da Terra. Esta efus\u00e3o das 7 ta\u00e7as da ira, que s\u00e3o descritas no Apocalipse, que trazem consigo as 7 pragas do fim dos tempos, v\u00eam prova\u00e7\u00f5es sobre a humanidade, para alguns mais, para alguns menos. Estas s\u00e3o provas que s\u00e3o vividas na alma. Com o derramamento das 7 ta\u00e7as da ira, estamos na transi\u00e7\u00e3o onde a Terra passa do seu estado f\u00edsico vivo para o estado puramente espiritual, onde a Terra deixa de existir como uma entidade f\u00edsica, como uma entidade viva, e passa para um estado puramente espiritual, que, no entanto, \u00e9 algo muito mais elevado do que o estado espiritual do qual ela surgiu no in\u00edcio. O primeiro cap\u00edtulo da hist\u00f3ria b\u00edblica da cria\u00e7\u00e3o, G\u00eanesis, de forma alguma descreve um evento externo, isto pode ser mal compreendido como plantas, sol, lua e estrelas s\u00e3o criados, isto \u00e9 ent\u00e3o imaginado externamente, mas na verdade foi a cria\u00e7\u00e3o de um cosmos an\u00edmico, externamente nada teria estado l\u00e1 ainda, nada s\u00f3lido, nada l\u00edquido, nada parecido com o ar, nem mesmo o calor. Somente como o cosmos an\u00edmico, o mundo astral, o mundo estelar an\u00edmico, do qual depois surge o nosso mundo estelar c\u00f3smico vis\u00edvel exterior, mas esta \u00e9 a conseq\u00fc\u00eancia, a humanidade, a terra, as plantas e os animais, tamb\u00e9m os minerais, tudo o que se cristaliza a partir da alma. \u00c9 dif\u00edcil para n\u00f3s hoje imaginar isso, mas n\u00e3o foi t\u00e3o dif\u00edcil para as pessoas em tempos anteriores. Era uma quest\u00e3o de curso. Hoje, confundimo-nos com isso. Como pode a alma tornar-se um objecto de ataque? Na verdade, tudo o que \u00e9 s\u00f3lido, condensado, vis\u00edvel e tang\u00edvel \u00e9 espiritual, mas por tr\u00e1s dele h\u00e1 um espiritual criativo que o trouxe \u00e0 tona. Espiritual, mental, viva, f\u00edsica, s\u00e3o apenas estados de transforma\u00e7\u00e3o de um e do mesmo. Toda a cria\u00e7\u00e3o sempre funcionou de tal maneira que algo sai do mais elevado puramente espiritual, torna-se um espiritual formado, torna-se um pensamento criativo, a partir do qual algo espiritual \u00e9 criado, um mundo da alma, do mundo da alma flui o vivo e condensa-se ainda mais no quente, no aeriforme, no l\u00edquido, finalmente no s\u00f3lido. S\u00f3 durante o nosso desenvolvimento na terra \u00e9 que se torna s\u00f3lido.\n\nO s\u00f3lido, o cristalino, o \"mar de vidro\" ainda n\u00e3o existia nas fases iniciais do desenvolvimento da nossa terra.  Isto \u00e9 algo novo, algo especial, que se tornou mat\u00e9ria \"desajeitada\", que tamb\u00e9m n\u00e3o existia antes, mas que ao mesmo tempo abre espa\u00e7o, o cristalino \u00e9 definitivamente algo espacial, forma o espa\u00e7o vazio no qual o nosso espiritual pode tornar-se criativamente eficaz. Tudo que \u00e9 s\u00f3lido, que \u00e9 cristalino, que nos aparece aqui na Terra como a coisa mais dif\u00edcil, \u00e9 visto espiritualmente como nada. Um espa\u00e7o vazio. Um espa\u00e7o que \u00e9 completamente desespiritualizado. Isto \u00e9 o que permite que os minerais existam. Este \u00e9 o espa\u00e7o que est\u00e1 preparado para nos tornarmos criativamente activos. Agora praticamos isso puramente externamente, combinando metais nas mais diversas formas e produzindo nossos produtos t\u00e9cnicos; o confronto com o material s\u00f3lido morto \u00e9 o campo de treinamento para isso, a prepara\u00e7\u00e3o para que possamos realmente trazer de forma criativa nosso esp\u00edrito para esse espa\u00e7o vazio.\n\nEnt\u00e3o um tipo diferente de tecnologia surgir\u00e1 do que temos agora, uma tecnologia que est\u00e1 completamente conectada com o ser humano, num sentido positivo, para que haja uma conex\u00e3o espiritual diretamente no material. Onde o esp\u00edrito humano trabalha directamente para esta \"m\u00e1quina\". Ele \u00e9 criado diretamente do nosso espiritual e reage diretamente ao nosso espiritual. Onde, portanto, tudo o que desenvolvemos espiritualmente tamb\u00e9m pode se conectar com ele, etc. Em cada pequeno elemento cristalino, preenchemos este espa\u00e7o vazio com a nossa espiritualidade, animamo-lo, com o novo espiritual que cri\u00e1mos a partir do nosso Eu. E Cristo apoia-nos para que este esteja directamente ligado ao nosso espiritual. E Cristo nos ap\u00f3ia para que os vivos, a for\u00e7a vital tamb\u00e9m l\u00e1 permane\u00e7a. Porque ainda n\u00e3o podemos fazer isso. Podemos ser espiritualmente criativos, podemos nos desenvolver ainda mais fora dessa atividade espiritual-criativa, que \u00e9 uma atividade puramente espiritual, que nos tornamos mais fortes, mais criativos. N\u00f3s nos criamos de novo em cada momento da nossa vida. A grande coisa sobre o mais alto espiritual \u00e9 que na verdade N\u00c3O \u00e9 NADA.  Se algu\u00e9m diz que n\u00e3o acredita no espiritual, ent\u00e3o voc\u00ea pode responder que voc\u00ea tem toda a raz\u00e3o, N\u00c3O \u00e9 NADA, ele constantemente se cria de novo e desaparece novamente. N\u00e3o se pode fazer uma declara\u00e7\u00e3o sobre o mais alto espiritual, s\u00f3 posso reconhec\u00ea-la pelos seus atos. Isto \u00e9, podemos sempre reconhecer o nosso verdadeiro eu pelos nossos actos. Reconhecemo-lo menos pela pequena reflex\u00e3o que temos em n\u00f3s pr\u00f3prios quando pensamos: serei eu uma boa pessoa? Tive uma boa vida? Tive uma vida m\u00e1? Se eu ponderar e refletir, n\u00e3o vou chegar a muito, s\u00f3 tenho que olhar para as a\u00e7\u00f5es que fiz. Ent\u00e3o verei que algumas coisas foram desajeitadas, algumas foram erros, talvez at\u00e9 algo ruim, de qualquer forma, no passado, n\u00f3s cometemos erros em qualquer caso. A desculpa de que eu n\u00e3o queria assim n\u00e3o conta, se eu tivesse realmente querido, ent\u00e3o teria funcionado. Pois \u00e9 precisamente na vontade que reside a nossa I-pot\u00eancia. Se a nossa vontade falhar, ent\u00e3o n\u00e3o foi suficientemente forte.\n\nBanalizar-nos por causa disso tamb\u00e9m n\u00e3o ajuda, s\u00f3 temos de aprender alguma coisa com isso. Ou podemos aprender alguma coisa. Ent\u00e3o faremos melhor um dia. Isto ajuda a desenvolver ainda mais o nosso eu. Desta forma, o nosso eu \u00e9 criado de novo com cada momento, com cada ato, e d\u00e1 um passo adiante. \u00c0s vezes tamb\u00e9m h\u00e1 um passo atr\u00e1s. Est\u00e1 a ser activo. Olha para as tuas ac\u00e7\u00f5es! Sobriamente. Olha para a tua vida! Onde voc\u00ea definiu um curso que n\u00e3o foi planejado? O nosso pequeno eu sempre digo que quero aprender isso, e que tamb\u00e9m muitas coisas s\u00e3o boas, mas desnecess\u00e1rias para o desenvolvimento espiritual. N\u00f3s fazemos muito por ego. Mas nos momentos decisivos n\u00e3o o previmos, apenas reconhecemos uma oportunidade que se apresentou, aproveit\u00e1mo-la, e a partir dela a nossa vida tomou um rumo diferente. N\u00e3o imediatamente por 180 graus. Mas passou por uma correc\u00e7\u00e3o de curso. Cada pessoa encontrar\u00e1 tais pontos em sua vida. Onde o curso \u00e9 definido, geralmente atrav\u00e9s de encontros humanos. Voc\u00ea de repente v\u00ea o mundo com olhos diferentes. Isso seria interessante, voc\u00ea diz para si mesmo, eu poderia fazer isso e de repente \u00e9 o objetivo principal. Em tais pontos de troca, voc\u00ea pode experimentar a atividade do verdadeiro eu em primeira m\u00e3o. Ao mesmo tempo, olhe com grande compostura para as curvas erradas. Isso tamb\u00e9m faz parte disso. Cada exerc\u00edcio espiritual tamb\u00e9m inclui uma reflex\u00e3o de vida, uma revis\u00e3o da pr\u00f3pria vida, mas R. Steiner diz: sempre sem arrependimento! Eu fui t\u00e3o est\u00fapido. Isso \u00e9 auto-comisera\u00e7\u00e3o, oh, eu gostaria de ter sido uma pessoa melhor. Mas isso n\u00e3o tem utilidade. Eu s\u00f3 posso tentar reconhecer os meus erros e fazer melhor da pr\u00f3xima vez. Isso \u00e9 a \u00fanica coisa. Eu n\u00e3o consigo resolver o passado. \u00c0s vezes posso resolver as consequ\u00eancias c\u00e1rmicas. O importante n\u00e3o \u00e9 tanto se arrepender, mas fazer melhor no futuro.\n\nAs descri\u00e7\u00f5es do Apocalipse devem ajudar-nos nisto. S\u00e3o descri\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas. S\u00e3o experi\u00eancias espirituais que passamos, mas que est\u00e3o revestidas de uma imagem sensual, porque de outra forma \u00e9 imposs\u00edvel comunic\u00e1-las. Temos de ter cuidado ao interpretar as 7 pragas, as 7 prova\u00e7\u00f5es, que ali s\u00e3o descritas, n\u00e3o simplesmente como castigo, mas como algo que queremos para superar as imperfei\u00e7\u00f5es que ainda temos. Tudo o que \u00e9 descrito s\u00e3o tarefas que nos preocupam mesmo agora, embora a efus\u00e3o das ta\u00e7as de ira descreva um ponto no tempo que significa a transi\u00e7\u00e3o da Terra do f\u00edsico para o espiritual. Pode-se simplesmente ler o Apocalipse cronologicamente desde o in\u00edcio das \u00e9pocas culturais at\u00e9 o fim da terra. Desta forma, pode-se ler o arco hist\u00f3rico.\n\nMas voc\u00ea tamb\u00e9m pode l\u00ea-lo de tal forma que cada uma dessas descri\u00e7\u00f5es nos d\u00e1 tarefas nas quais j\u00e1 podemos trabalhar em pequena escala. A fim de nos prepararmos para quando eles vierem em grande escala em um futuro distante, tamb\u00e9m seremos capazes de lidar com eles. Para isso, devemos primeiro domin\u00e1-los em pequena escala, ou seja, antes de mais nada na nossa alma. No sentido do desenvolvimento do eu espiritual, ou seja, produzindo criativamente alma do nada e alma m\u00e1 que foi corrompida por n\u00f3s atrav\u00e9s da influ\u00eancia dos advers\u00e1rios, os advers\u00e1rios fizeram o caminho para este palat\u00e1vel para n\u00f3s, eles pr\u00f3prios n\u00e3o o corromperam, n\u00f3s ca\u00edmos por ele, eles s\u00e3o entidades poderosas e podem exercer poderosas sedu\u00e7\u00f5es sobre n\u00f3s. Tudo o que impede a passagem da Terra para o estado puro espiritual, devemos ter nos dissolvido at\u00e9 l\u00e1. Caso contr\u00e1rio, um resqu\u00edcio permanece que n\u00e3o pode passar para este estado de alma pura. Isso seria ent\u00e3o perdido para o desenvolvimento futuro. S\u00f3 n\u00f3s o podemos transformar.\n\nEnt\u00e3o \u00e9 sobre trabalhar conscientemente no espiritual. Trata-se de tomar consci\u00eancia do que esta alma \u00e9 na sua forma pura. Se eu lhe tirar tudo o que \u00e9 sensual-f\u00edsico? O f\u00edsico n\u00e3o \u00e9 o nosso espiritual, \u00e9 um espiritual que \u00e9 muito endurecido, se \u00e9 que alguma coisa \u00e9. Qual \u00e9 o problema? Na verdade, \u00e9 espiritual. \u00c9 uma alma condensada. Condensado significa endurecido. Endurecido no ego\u00edsmo. Finalmente solidificou-se no f\u00edsico. A vida morre e solidifica-se num estado cristalino s\u00f3lido. Tudo o que est\u00e1 vivo funciona no l\u00edquido, no fluxo. No que se solidificou, se tornou morto, a vida n\u00e3o pode mais ser ativa. No entanto, todos os verdadeiros cristais que existem na Terra n\u00e3o est\u00e3o completamente mortos, mas h\u00e1 um pequeno remanescente ainda l\u00e1 dentro que est\u00e1 aberto para as for\u00e7as da vida. Curiosamente, isto \u00e9 porque os cristais n\u00e3o s\u00e3o perfeitamente constru\u00eddos. A vida n\u00e3o pode tolerar a perfei\u00e7\u00e3o. A perfei\u00e7\u00e3o \u00e9 o objectivo final do mundo morto. Com ordem precisa. Um estado \u00f3ptimo em que permanece. Na vida n\u00e3o existe tal coisa. A vida \u00e9 um esfor\u00e7o de precis\u00e3o, um esfor\u00e7o de perfei\u00e7\u00e3o, mas antes de ser alcan\u00e7ada, d\u00e1 outra volta e torna-se uma imperfei\u00e7\u00e3o, da qual surge um novo esfor\u00e7o para uma perfei\u00e7\u00e3o superior, que tamb\u00e9m nunca \u00e9 alcan\u00e7ada. A vida \u00e9 o esfor\u00e7o pela perfei\u00e7\u00e3o e a falta dela. Isto \u00e9 importante. A natureza tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 perfeita. Esfor\u00e7a-se por atingir a perfei\u00e7\u00e3o. Isso faz parte do mundo da vida. Se se tornar absolutamente perfeito, ent\u00e3o ter\u00edamos o reino do advers\u00e1rio. Isso seria a coisa mais terr\u00edvel que nos poderia acontecer. Portanto, tenha cuidado com os ideais. A mente desenha estes ideais. No momento em que se traduz na alma, nas for\u00e7as da vida, torna-se cada vez menos perfeito! A imagem ideal que vem do espiritual n\u00e3o pode ser levada cem por cento para baixo no f\u00edsico para a cria\u00e7\u00e3o exterior, ela perde, ela deve, sen\u00e3o n\u00e3o existiria, porque s\u00f3 seria perfeita se permanecesse puramente espiritual, ent\u00e3o \u00e9 perfei\u00e7\u00e3o, mas ent\u00e3o n\u00e3o haveria cria\u00e7\u00e3o, n\u00e3o haveria desenvolvimento e no espiritual tamb\u00e9m n\u00e3o haveria consci\u00eancia. N\u00e3o para n\u00f3s, mas tamb\u00e9m n\u00e3o para os seres espirituais, nem mesmo para a pr\u00f3pria divindade. Esse \u00e9 um aspecto do porqu\u00ea da cria\u00e7\u00e3o existir de todo. Ao tomar consci\u00eancia de si mesma, a Deidade produz a Cria\u00e7\u00e3o, na produ\u00e7\u00e3o da Cria\u00e7\u00e3o ela se torna consciente de si mesma, atrav\u00e9s de suas obras, assim como n\u00f3s devemos aprender, se quisermos entender nosso eu real, nosso centro espiritual, que nos tornamos conscientes de n\u00f3s mesmos atrav\u00e9s de nossas obras. L\u00e1 fazemos em pequenas coisas o que a Deidade faz em grandes coisas. As hierarquias acima de n\u00f3s tamb\u00e9m se tornam conscientes pelos tra\u00e7os dos seus actos. Mas estes tra\u00e7os s\u00e3o sempre mais imperfeitos do que o impulso original da cria\u00e7\u00e3o. Torna-se cada vez mais imperfeito, mas mesmo assim faz sentido. Porque ao criar o espiritual, at\u00e9 o espiritual, que \u00e9 ainda o menor esfor\u00e7o, criar at\u00e9 o vivo j\u00e1 \u00e9 mais extenuante, o maior esfor\u00e7o de todos \u00e9 criar at\u00e9 o f\u00edsico. Ali a imperfei\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre maior, mas a for\u00e7a espiritual gasta para criar no f\u00edsico \u00e9 muitas vezes maior do que quando se trata de criar no puramente espiritual, pois n\u00f3s, seres humanos, no que diz respeito aos diretamente criativos, s\u00f3 vamos at\u00e9 o espiritual, podemos desenvolver um impulso no espiritual, A partir da\u00ed eu posso tocar o meu instrumento, a alma est\u00e1 l\u00e1 dentro, mas eu n\u00e3o posso conjurar o instrumento do nada, mas o humor da alma, a composi\u00e7\u00e3o, a alma com a qual eu toco esta composi\u00e7\u00e3o, eu posso criar isso, a alma flui para dentro das minhas for\u00e7as vitais e fora das for\u00e7as vitais eu come\u00e7o a fazer m\u00fasica. Ent\u00e3o algo dela vive l\u00e1 dentro. Mas n\u00f3s n\u00e3o conseguimos dar vida e o f\u00edsico. Para isso, precisamos das hierarquias superiores. Eles fazem isso por n\u00f3s. Um dia seremos capazes de o fazer n\u00f3s pr\u00f3prios. Mas isso ainda levar\u00e1 muito tempo, tanto tempo at\u00e9 que toda a cadeia evolutiva, na qual a Terra est\u00e1 apenas no meio, e outros tr\u00eas estados c\u00f3smicos se sigam, que ainda levar\u00e1 at\u00e9 que cheguemos l\u00e1, at\u00e9 que possamos criar o f\u00edsico.\n\nPortanto, a cria\u00e7\u00e3o exterior \u00e9 imperfeita. Mas n\u00f3s aprendemos com isso. Aprendemos com os nossos erros, mas tamb\u00e9m com os erros que aconteceram porque o espiritual est\u00e1 se tornando cada vez mais denso, o que leva a uma certa falta, a uma unilateralidade. O puro espiritual \u00e9 perfeito. No momento em que passa do espiritual puro para o espiritual formado, moldado, j\u00e1 \u00e9 mais imperfeito, quando se torna algo espiritual \u00e9 ainda mais imperfeito, quando se torna for\u00e7a vital \u00e9 ainda mais imperfeito, fisicamente mais imperfeito. No entanto, faz sentido. Precisamente esse f\u00edsico imperfeito, isso \u00e9 algo muito excitante, se tomarmos o previsto, esse f\u00edsico \u00e9 espiritualmente um espa\u00e7o vazio perfeito, que ainda n\u00e3o existia antes do desenvolvimento da nossa Terra, ele s\u00f3 surge durante o desenvolvimento da nossa Terra, um espa\u00e7o completamente livre do esp\u00edrito, que, no entanto, pode ser preenchido pelo espiritual e, essencialmente, pelo nosso espiritual. Tamb\u00e9m \u00e9 preenchido pelo espiritual das hierarquias superiores. Mas isso na verdade \u00e9 apenas tempor\u00e1rio. Para o futuro, \u00e9 cada vez mais uma quest\u00e3o de preench\u00ea-lo com o nosso espiritual. Atrav\u00e9s dos edif\u00edcios que produzimos, da arte que produzimos, atrav\u00e9s de cada pequena a\u00e7\u00e3o, de cada escrita que fazemos, se existe um impulso espiritual correto, um espiritual que \u00e9 criado a partir desse impulso, ent\u00e3o n\u00f3s preenchemos esse espa\u00e7o vazio que o mundo de cristal realmente representa com esse espiritual. Essa \u00e9 a grande tarefa.\n\nEssa \u00e9 a tarefa que os Rosacruzes, em particular, estabeleceram para si mesmos, o casamento t\u00edmido de Christian Rosenkreuz, porque se trata de uma transforma\u00e7\u00e3o, diretamente no material, diretamente no qu\u00edmico. Isto n\u00e3o significa a transforma\u00e7\u00e3o externa, mas quanto da nossa alma e espiritual podemos trazer para ela, isso \u00e9 o importante. No Apocalipse, na efus\u00e3o das ta\u00e7as da ira, est\u00e1 basicamente descrito como podemos desenvolver estas for\u00e7as, como podemos preencher o mundo com as nossas for\u00e7as espirituais, com as nossas for\u00e7as an\u00edmicas criadas puramente a partir do espiritual e, por outro lado, que velhas for\u00e7as an\u00edmicas devem ser dissolvidas. Para isso devemos nos colocar em um estado em que possamos realmente experimentar o puramente espiritual. Livres dos sentidos, livres das for\u00e7as da vida, puros para perceber a n\u00f3s mesmos, a nossa pr\u00f3pria alma e a alma que nos rodeia na sua pureza. Ent\u00e3o \u00e9 compar\u00e1vel ao estado que vem com o fim da evolu\u00e7\u00e3o da Terra, quando a Terra como um todo passa para o estado de alma\/estado espiritual, ent\u00e3o n\u00e3o h\u00e1 mais nada. Agora podemos fazer o exerc\u00edcio preliminar para isto. Como poderia ser experimentar apenas o soulic do mundo. Experimentar o cosmos da alma e o microcosmo da nossa alma, ou seja, o nosso corpo astral, na sua pureza.\n\nOs dizeres semanais do calend\u00e1rio da alma s\u00e3o um exerc\u00edcio cont\u00ednuo para isso. S\u00f3 isso. Onde aprendemos a ressoar com a nossa alma, com a alma que passa por um certo ritmo uma e outra vez na natureza, um ritmo vivo, temos uma alma na natureza, mas \u00e9 uma alma viva, uma alma animada e vivificante, e aprendemos a reconhec\u00ea-la com a nossa alma. Para trazer a nossa pr\u00f3pria alma em resson\u00e2ncia com ela, e desta alma que est\u00e1 l\u00e1, intuitivamente\/instintivamente do eu para contribuir com algo novo de alma.\n\nQuando estou do lado de fora diante de uma flor e n\u00e3o me concentro na sensualidade da flor, mas agarro a sua ess\u00eancia an\u00edmica e, ao mesmo tempo, agarro algo que leva para al\u00e9m dela. Desenvolver criativamente algo, um impulso que est\u00e1 agora na minha alma, mas que leva o que est\u00e1 imperfeitamente nesta flor um passo adiante na minha alma. Puramente em experi\u00eancia interior. N\u00e3o h\u00e1 nada para fazer externamente a n\u00e3o ser olhar para a flor, ter uma experi\u00eancia espiritual com ela, trazer esta experi\u00eancia \u00e0 vida em mim, viver conscientemente nela e continuar a forma-la. Acrescentando-lhe as minhas sensa\u00e7\u00f5es. Isto \u00e9... Pela maneira como olhamos para a natureza, podemos por um lado contribuir para o desenvolvimento futuro do mundo da alma l\u00e1 fora, que mais tarde ser\u00e1 expresso na esfera fisicamente vis\u00edvel da vida, estas s\u00e3o for\u00e7as que contribuem para que eu mude o mundo vegetal ao longo do tempo e o transforme, muito desempenha um papel aqui quando n\u00f3s j\u00e1 passamos para o reino da morte, naquele reino da alma onde subimos cada vez mais ao mundo c\u00f3smico da alma e trazemos conosco tudo o que criamos na alma, o que desenvolvemos na alma ao contemplar esta flor, o que desenvolvemos na alma nova no processo, que agora se torna for\u00e7a criadora que trabalha de volta da alma c\u00f3smica para a Terra. Esta for\u00e7a faz algo de novo com as plantas. Isto leva muito tempo, o progresso \u00e9 pequeno. Quando estamos na vida entre a morte e um novo nascimento, estamos por vezes a trabalhar muito poderosamente na natureza. Sobre a mudan\u00e7a da natureza. Assim nos preparamos como humanidade como um todo para as condi\u00e7\u00f5es da nossa pr\u00f3xima encarna\u00e7\u00e3o. Como ser\u00e1 a Terra ent\u00e3o depende disso. N\u00e3o \u00e9, portanto, de modo algum previs\u00edvel por n\u00f3s agora. Mas podemos mold\u00e1-lo para o futuro e podemos prepar\u00e1-lo agora durante a nossa vida presente na Terra, e depois na fase em que passamos pela morte e descemos a uma nova encarna\u00e7\u00e3o, a verdadeira for\u00e7a an\u00edmica que vem do c\u00f3smico - aumentada pela for\u00e7a que contribu\u00edmos - ter\u00e1 um efeito descendente sobre a Terra e a mudar\u00e1 no sentido de que ent\u00e3o tamb\u00e9m encontraremos uma encarna\u00e7\u00e3o adequada para n\u00f3s mesmos e ao mesmo tempo teremos trazido progresso para o reino animal, para o reino vegetal, para o mundo mineral.\n\nEm outras palavras, temos a chance de que a natureza participe do nosso processo de desenvolvimento, a natureza que n\u00f3s mesmos somos em um certo sentido. Sa\u00edmos da natureza, mas temos de estar conscientes disso, mas tudo na natureza \u00e9 algo que tiramos do nosso ser. O que ainda n\u00e3o fomos capazes de processar, o que teria sido muito dif\u00edcil para o nosso eu processar, \u00e9 o que colocamos em armazenamento tempor\u00e1rio, \u00e9 o mundo que nos rodeia. Mas tudo come\u00e7a, tamb\u00e9m o que \u00e9 criado no primeiro cap\u00edtulo do G\u00eanesis, este Ad\u00e3o que surge, este Uradam, o <em>Adam Kadmon<\/em>o ser humano c\u00f3smico. Todo o cosmos, com as estrelas, as gal\u00e1xias, tudo o que est\u00e1 l\u00e1 fora, que \u00e9 o ser humano. Ou costumava ser. Essa \u00e9 a esc\u00f3ria que nos livramos de n\u00f3s mesmos porque ainda era demasiado pesada para n\u00f3s e n\u00e3o poderia ter enfrentado, certamente n\u00e3o quando os advers\u00e1rios est\u00e3o a agir contra n\u00f3s.\n\nColocamos muitas coisas em um estado imperfeito. \u00c9 ainda mais imperfeito do que deveria ter sido se o caminho da liberdade n\u00e3o nos tivesse sido possibilitado e n\u00e3o tiv\u00e9ssemos ca\u00eddo nas m\u00e3os dos advers\u00e1rios. Ou seja, tudo o que \u00e9 maravilhoso na natureza, que funciona e \u00e9 grande e pr\u00f3ximo da perfei\u00e7\u00e3o, pois na verdade vem do Divino, as falhas que est\u00e3o no mundo da natureza est\u00e3o muitas vezes ligadas ao fato de que s\u00e3o as coisas que tiramos de n\u00f3s mesmos. H\u00e1 muito mais erros do que os que foram necess\u00e1rios. Era necess\u00e1rio para que pud\u00e9ssemos chegar \u00e0 liberdade. Quando h\u00e1 uma certa imperfei\u00e7\u00e3o, quando algo desce do espiritual para o f\u00edsico, mas n\u00f3s acrescentamos \u00e0 nossa e a tornamos ainda pior. Provavelmente era inevit\u00e1vel.\n\nMas agora temos a oportunidade, durante a evolu\u00e7\u00e3o da Terra, de compensar grande parte dela, at\u00e9 mesmo de a tornar melhor. Assim, uma nova contribui\u00e7\u00e3o est\u00e1 a chegar atrav\u00e9s dos seres humanos, o que n\u00e3o teria sido poss\u00edvel de outra forma a n\u00e3o ser desta forma. Tamb\u00e9m \u00e9 algo diferente quando a pr\u00f3pria fonte criativa est\u00e1 diretamente presente neste mundo criado, como n\u00f3s somos como seres humanos. \u00c9 algo diferente de quando a fonte divina trabalha de fora do mundo criado. As obras divinas supremas de uma certa forma, vindas de fora. Muito belamente expresso na vis\u00e3o do mundo medieval em Dante, existe este mundo paradis\u00edaco (<em>Paradiso<\/em>), que \u00e9 mais do que o para\u00edso terrestre, que \u00e9 o mundo das esferas planet\u00e1rias, visto espiritualmente, al\u00e9m daquele zod\u00edaco, o mundo estelar, al\u00e9m daquele c\u00e9u de cristal, que tem a ver com as for\u00e7as de cristaliza\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m com as nossas for\u00e7as I, porque elas v\u00eam dali, ou logo atr\u00e1s deste c\u00e9u de cristal, ent\u00e3o h\u00e1 o Empyreum, o mundo de fogo divino (Phyr = lat. fire). Isto est\u00e1 para al\u00e9m do nosso mundo sensualmente tang\u00edvel. Fora dele. A partir da\u00ed, a divindade tem trabalhado criativamente. Na tradi\u00e7\u00e3o hebraica, entre os Kabbalistas, h\u00e1 uma bela express\u00e3o para isso, eles falam do \"Zimzum\", o retiro de Deus, um espa\u00e7o para a cria\u00e7\u00e3o. Depois os trabalhos criativos do exterior. Cria-se um espa\u00e7o no qual o divino enquanto tal j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 dentro, mas onde, figurativamente falando, funciona a partir do exterior (onde o mundo espa\u00e7o-temporal cessa). Algo onde o espa\u00e7o e o tempo perdem o seu significado, de onde v\u00eam os poderes criativos divinos. Tudo o que est\u00e1 para al\u00e9m do espa\u00e7o e do tempo \u00e9 inconceb\u00edvel para a nossa imagina\u00e7\u00e3o actual. Imaginar significa vesti-lo com uma imagem sensual. O mesmo n\u00e3o-espacial e n\u00e3o-temporal e neste sentido para n\u00f3s o nada tamb\u00e9m vive na nossa ICH. Todos os seres humanos trabalham com ele. Tal como a divindade o faz por fora, n\u00f3s fazemo-lo por dentro. Do nada que est\u00e1 em n\u00f3s, mas que \u00e9 tudo. O nosso eu. Este nada que se cria no eu, afunda-se de novo no nada, no intemporal. \u00c9 um movimento, \u00e9 a atividade mais alta, uma atividade, mas o termo tempo n\u00e3o lhe serve. Mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 simplesmente algo r\u00edgido, algo imut\u00e1vel. Ao contr\u00e1rio, \u00e9 simples: algo sai do nada, deixa uma esc\u00f3ria para tr\u00e1s, o pr\u00f3prio espiritual volta ao nada. No nosso caso, esta esc\u00f3ria \u00e9 a alma que n\u00f3s produzimos no processo. A atividade I vai al\u00e9m de si mesma, cria algo espiritual, e a deixa para tr\u00e1s. O pr\u00f3prio Eu \u00e9 movimento infinito, infinitamente pequeno sem expans\u00e3o, ao mesmo tempo infinitamente grande, como Nicolaus de Cusa lhe chamou, o <em>Coincidentia oppositorium<\/em>a coincid\u00eancia de opostos. O infinitamente grande e o infinitamente pequeno s\u00e3o o mesmo infinito. O ponto \u00e9 o mesmo que a circunfer\u00eancia infinita e pertence inseparavelmente a todos. S\u00f3 podemos tentar ter um pressentimento atrav\u00e9s de tais imagens. O c\u00edrculo infinitamente grande \u00e9 ao mesmo tempo uma linha reta, ou seja, o curvo e o esticado se tornaram um s\u00f3.\n\nIsto \u00e9 poss\u00edvel no infinito. Estas s\u00e3o as for\u00e7as que temos dentro do nosso eu. Estas s\u00e3o as for\u00e7as que nos ajudam. Estas s\u00e3o as for\u00e7as que nos ajudam a lidar com os problemas, com as conchas da raiva. Mentalmente \u00e9 uma imagem atrav\u00e9s das experi\u00eancias que passamos quando trabalhamos nestas coisas. Experi\u00eancias que s\u00e3o necess\u00e1rias para nos dissolvermos e nos livrarmos de coisas espirituais antigas, coisas que corrompemos por influ\u00eancia dos advers\u00e1rios, para nos livrarmos delas e para criarmos coisas novas, ent\u00e3o passaremos por estas provas. J\u00e1 podemos trabalhar nisso espiritualmente. \u00c9 a coisa mais bonita que podemos fazer. O nosso eu cresce fazendo-o. Se quisermos evit\u00e1-lo, ent\u00e3o o nosso eu n\u00e3o me desenvolverei mais, ent\u00e3o n\u00e3o faremos pleno uso das nossas possibilidades.\n\n\u00c9 uma imagem tamb\u00e9m para este ir para este mundo da alma. As imagens est\u00e3o revestidas com eventos externos. Os anjos v\u00eam com as 7 tigelas da ira. O primeiro come\u00e7a a despej\u00e1-los. <em>\"O primeiro foi e derramou a sua ta\u00e7a sobre a terra, e cresceu sobre o povo que tinha a marca da besta sobre eles, e que adorava a imagem da besta, uma chaga maligna que espalhava males. O segundo derramou a sua ta\u00e7a no mar, que se transformou em sangue como de um cad\u00e1ver, e todos os seres vivos e animados no mar pereceram\".<\/em>  Este mar, n\u00e3o \u00e9 sobre o mar exterior vis\u00edvel, \u00e1gua, muitas vezes uma imagina\u00e7\u00e3o transformada numa imagem sensual para o mundo da alma, para o mundo da alma em movimento, em ascens\u00e3o, na alma tudo est\u00e1 em fluxo, em movimento, a menos que o desejo se tenha tornado t\u00e3o forte que se torne s\u00f3lido. Ent\u00e3o \u00e9 uma alma endurecida, atr\u00e1s do material sobre o qual se pode bater (Wolfgang bate na mesa), h\u00e1 espiritual, alma, h\u00e1 um ser vivo que praticamente morreu. A madeira \u00e9 algo que morreu do reino vegetal. Mas na verdade, a pedra mais morta morreu dos vivos. Ou seja, a forma\u00e7\u00e3o do mundo mineral tem sido um processo moribundo. Recorre muito tempo ao passado. Se este processo de morte n\u00e3o tivesse acontecido, n\u00e3o haveria terra s\u00f3lida para caminharmos hoje. Um processo de morte foi necess\u00e1rio para isso. Pelo bem do homem - pela primeira vez em toda a hist\u00f3ria da cria\u00e7\u00e3o, que inclui n\u00e3o s\u00f3 a nossa cria\u00e7\u00e3o na Terra, mas tamb\u00e9m tr\u00eas estados c\u00f3smicos anteriores. Grandes est\u00e1gios de desenvolvimento com estrelas e outras coisas. Havia estrelas, mas todas elas eram entidades fluidas. Voc\u00ea ainda pode ver que a terra foi formada a partir de algo l\u00edquido, caso contr\u00e1rio n\u00e3o teria esta forma de gota. Uma esfera \u00e9 a forma ideal de gota no espa\u00e7o exterior realmente sem peso. O facto de eles se tornarem alongados aqui na Terra \u00e9 apenas devido \u00e0 gravidade. As gotas ainda n\u00e3o s\u00e3o cristais. Ainda h\u00e1 vida nas gotas. S\u00f3 quando se torna cristalino \u00e9 que se torna praticamente completamente morto, na verdade s\u00f3 est\u00e1 quase completamente morto porque os cristais n\u00e3o s\u00e3o perfeitos. Se o cristal perfeito surgisse, que \u00e9 perfeitamente regular internamente na grade de cristal, mesmo no cristal mais belo exteriormente existem defeitos estruturais no interior, se eles n\u00e3o existissem, ent\u00e3o este cristal teria que se desintegrar em mil lascas ao menor sopro de ar, ele seria t\u00e3o fr\u00e1gil.\n\nPorque \u00e9 que algo n\u00e3o se parte? Se algo tem de se partir, ent\u00e3o tenho de lhe aplicar uma for\u00e7a, ent\u00e3o algo se parte. Se \u00e9 macio como a borracha, n\u00e3o se parte, cede e volta para tr\u00e1s. \u00c9 el\u00e1stico. Algo que \u00e9 completamente r\u00edgido n\u00e3o pode ser el\u00e1stico. O espa\u00e7o para movimenta\u00e7\u00e3o no cristal surge do fato de que o cristal tem espa\u00e7os vazios no seu interior, tem falhas, pode evit\u00e1-las. Pode evitar a for\u00e7a. Desta forma, ela est\u00e1 inclu\u00edda na vida que vibra \u00e0 sua volta. Vibra com a vida \u00e0 sua volta. Silenciosamente. Este \u00e9 o caso de todos os cristais que encontramos na natureza. Mas o cristal \u00e9 a coisa mais pr\u00f3xima da morte. Algo sai do espiritual, vai para o espiritual, para o vivo e morre no f\u00edsico s\u00f3lido. Toda a mat\u00e9ria \u00e9 esp\u00edrito morto. Quase inteiro, mas n\u00e3o inteiro.\n\nPortanto, a \u00e1gua \u00e9 uma imagem para o m\u00f3vel, para o espiritual, porque o espiritual \u00e9 geralmente muito m\u00f3vel, s\u00f3 no s\u00f3lido f\u00edsico \u00e9 que o espiritual \u00e9 endurecido ao m\u00e1ximo, n\u00e3o cem por cento, porque h\u00e1 as falhas, mas quase completamente endurecido. A mat\u00e9ria (tabela) \u00e9 o poder absoluto do desejo. O poder do desejo endurecido em si mesmo. Mas n\u00e3o \u00e9 mau, precisamos da mesa, \u00e9 ben\u00e9fico para o nosso desenvolvimento, bastante neutro. Portanto, a express\u00e3o poder de desejo deve ser tomada de forma neutra. Mas no fim do desenvolvimento do mundo tudo deve ser dissolvido. Agora podemos lentamente dar os primeiros impulsos para que este endurecimento se dissolva. \u00c9 por isso que a Terra passar\u00e1 para o estado espiritual, porque atrav\u00e9s da nossa actividade espiritual n\u00e3o s\u00f3 libertamos o espiritual deste endurecimento, mas tamb\u00e9m o dissolvemos e, em vez disso, produzimos um espiritual muito mais vivo. Na medida em que fizermos isso, a Terra mudar\u00e1 inevitavelmente de um estado f\u00edsico para um estado inicialmente mais vivo, para um estado de vida puro e, finalmente, para um estado de alma puro.\n\nSomos n\u00f3s que fazemos isto. Est\u00e1 em nossas m\u00e3os at\u00e9 que ponto isso ter\u00e1 sucesso, ou quanto daquilo que endureceu com desejo, ou seja, alma, se tornou mat\u00e9ria, quanto iludir\u00e1 esse desenvolvimento futuro, permanecer\u00e1 como est\u00e1 e depois marchar\u00e1 para o reino do advers\u00e1rio. Um mundo de suas pr\u00f3prias formas, onde as pessoas tamb\u00e9m ir\u00e3o junto. Mas as pessoas tamb\u00e9m podem ser resgatadas deste destino, ou mais precisamente, podem libertar-se dele, mas precisam da nossa ajuda para o fazer. Porque no pr\u00f3ximo est\u00e1gio c\u00f3smico de desenvolvimento da nossa Terra, estas pessoas que entrarem no reino do advers\u00e1rio ter\u00e3o condi\u00e7\u00f5es diferentes e piores do que as que temos hoje. E piores condi\u00e7\u00f5es do que as pessoas que seguiram o caminho normal. Ent\u00e3o eles v\u00e3o precisar da nossa ajuda. Encorajamento para se ajudarem a si mesmos. Eles t\u00eam de o fazer sozinhos. Mas teremos for\u00e7as poderosas para dar sugest\u00f5es poderosas e podemos, acima de tudo, garantir que estas pessoas tenham melhores condi\u00e7\u00f5es para recuperar o que perderam. Mas n\u00e3o podemos poup\u00e1-los \u00e0 tarefa deles.\n\nPodemos manter alguns obst\u00e1culos fora do seu caminho durante algum tempo, mas depois eles pr\u00f3prios t\u00eam de os dissolver quando se tornaram suficientemente fortes para lidar com eles. Podemos atrasar certos testes do destino que eles j\u00e1 podem ter que passar agora, mas que ainda s\u00e3o muito dif\u00edceis para eles. Estamos a trabalhar cada vez mais nisto. R. Steiner diz que a atividade dos advers\u00e1rios levou a uma desordem no carma. Ordem no carma significa que todo ser humano \u00e9 confrontado com um teste exatamente quando ele est\u00e1 maduro para isso. Este era o caso no passado. Apenas aqueles testes do destino chegam at\u00e9 ti que tu consegues enfrentar. Ainda hoje \u00e9 esse o caso, em geral. Copiar n\u00e3o significa que as coisas v\u00e3o continuar t\u00e3o confortavelmente como antes.  Pode ser que muitas coisas mudem radicalmente, tenho que passar por muitas coisas que n\u00e3o s\u00e3o f\u00e1ceis, mas onde me dou conta, em retrospectiva da vida, de que segui em frente. Eu n\u00e3o gostaria que isso faltasse \u00e0 minha vida, por mais dif\u00edcil que fosse. Isso fez de mim quem eu sou hoje. Caso contr\u00e1rio eu teria permanecido uma pessoa muito menor, espiritualmente falando. Isso sempre funcionou bem, que n\u00f3s temos as tarefas que podemos lidar.\n\nContudo, devido \u00e0 influ\u00eancia dos advers\u00e1rios, uma certa desordem entrou no karma. Esta desordem n\u00e3o \u00e9 tanto que estejamos sobrecarregados com os testes, eles n\u00e3o querem nos colocar antes dos testes em que falhamos porque os nossos poderes n\u00e3o s\u00e3o suficientes para eles. O paradoxalmente muito pior \u00e9 que eles nos d\u00e3o tarefas que poder\u00edamos fazer, que s\u00e3o dif\u00edceis, dolorosas, que eles nos escondem. Distraia-nos deles. Isto tornou-se poss\u00edvel entretanto. Para ir para o futuro, temos de dissolver os nossos pacotes de karma, dizem os advers\u00e1rios: n\u00e3o \u00e9 preciso! Vai pelo outro lado. Deixa isso para tr\u00e1s. O que n\u00f3s deixamos para tr\u00e1s \u00e9 material de constru\u00e7\u00e3o valioso para o mundo deles. \u00c9 altamente tentador para as pessoas porque as salva do sofrimento. Mas o sofrimento \u00e9 uma imagem da quantidade de for\u00e7a de que preciso para endireitar o que estraguei no passado.\n\n\u00c9 assim que estas provas devem ser lidas. Ent\u00e3o reanimem o cad\u00e1ver que causa a morte dos vivos. Contribuir tamb\u00e9m para o espiritual em nosso meio ambiente. Ajudar a dissolver algo negativo. Criar algo positivo a partir do nada. Podemos fazer isso todos os dias. Um pouco todos os dias, isso \u00e9 muito, especialmente se toda a humanidade o fizer.\n\n<em>\"O terceiro verteu a sua ta\u00e7a em todos os riachos e fontes de \u00e1gua\".<\/em>\u00c9 interessante que na segunda tigela \u00e9 o grande mar astral em ascens\u00e3o, isto \u00e9, o mundo astral em geral, agora se torna concreto, todas as correntes, todas as fontes de \u00e1gua, cada pequena penugem deve agora ser trabalhada, <em>\"e todas as \u00e1guas se converteram em sangue, e ouvi o anjo das \u00e1guas gritar, tu carregas a verdadeira ess\u00eancia dentro de ti, tu que \u00e9s e que eras, tu que \u00e9s santo, por isso trazes este julgamento \u00e0 tona\".<\/em> Sim, \u00e9 o Cristo, mas onde \u00e9 que ele trabalha?  No nosso eu. N\u00f3s pr\u00f3prios estamos a trabalhar nisto. N\u00f3s pr\u00f3prios fazemos este julgamento. \u00c9 a nossa vontade. E se n\u00e3o fosse a nossa vontade, o Cristo n\u00e3o o faria. Ele f\u00e1-lo na medida em que n\u00f3s o queremos. Nem mesmo o Cristo pode tirar-nos o nosso karma. Temos que resolver isso n\u00f3s mesmos. Dev\u00edamos estar gratos por isso. \u00c9 parte da nossa liberdade que tivemos de passar pelos erros que cometemos para aprender com eles. O homem s\u00f3 aprende com os seus erros, e com eles aprendemos cada vez mais a ser um ser livre que pode criar a partir da liberdade. <em>\"Eles derramaram o sangue dos santos e profetas, e agora tu lhes d\u00e1s sangue para beber, eles trouxeram sobre si o seu destino, e eu ouvi dizer do altar, sim Senhor, Comandante divino do universo, \u00e0 verdade e ao ser de bem conduz o teu julgamento.\"<\/em> Este \u00e9, ao mesmo tempo, um julgamento que n\u00f3s mesmos fazemos, mas um julgamento que agora trazemos de volta para o direito, para o direito, que tudo o que deu errado \u00e9 dissolvido e o direito, o direito vem \u00e0 tona. N\u00f3s estamos envolvidos em tudo. N\u00f3s podemos definir a direc\u00e7\u00e3o. S\u00f3 onde h\u00e1 falta de for\u00e7a \u00e9 que temos a dire\u00e7\u00e3o, que nos \u00e9 dada em for\u00e7a pelas entidades espirituais ligadas a n\u00f3s. Mas a direc\u00e7\u00e3o do caminho deve vir de n\u00f3s.\n\nLeva isto para o teu cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma quest\u00e3o de construir uma confian\u00e7a infinita no nosso eu. Porque nele est\u00e1 dispon\u00edvel toda a plenitude do poder de Cristo. S\u00f3 temos de o querer mesmo. N\u00e3o h\u00e1 maior necessidade do que a necessidade que vem do livre arb\u00edtrio. Se eu quero fazer algo por livre vontade, e ainda assim n\u00e3o o fa\u00e7o, ent\u00e3o eu me refuto. Naquele momento, o eu encolhe. Encolhe onde pode realmente expandir-se, onde pode tornar-se mais poderoso na cria\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 desculpa para ningu\u00e9m. E por mais pequenos que sejamos, por mais dificuldades que tenhamos, por mais fracos que sejamos, cada um de n\u00f3s tem os poderes. Se agirmos fora do Eu, temos imediatamente um rem\u00e9dio contra os advers\u00e1rios, trazendo o carma \u00e0 desordem, para que nos poupemos de coisas que n\u00e3o devemos poupar, porque assim nos tornamos cada vez menores e crescemos mais e mais no reino do advers\u00e1rio. Todos devem decidir em liberdade para onde querem ir. O caminho para o reino do advers\u00e1rio ser\u00e1, por vezes, um caminho muito agrad\u00e1vel. \u00c9 assim que as coisas est\u00e3o a evoluir. O paradoxo do caminho crist\u00e3o \u00e9 procurar o sofrimento mesmo onde se pode facilmente poup\u00e1-lo, com a ajuda dos advers\u00e1rios.\n\nNo passado, o carma funcionou t\u00e3o bem, n\u00e3o fomos poupados a nada, tudo o que fizemos mal voltou para n\u00f3s, mais cedo ou mais tarde. Hoje, este j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 cem por cento o caso. Desde a virada dos tempos, desde ent\u00e3o temos sido capazes de seguir o caminho das nossas pr\u00f3prias for\u00e7as, ent\u00e3o \u00e9 ligado a isso que n\u00f3s, fora do nosso verdadeiro eu, voluntariamente assumimos o sofrimento necess\u00e1rio para dissolver os males do passado. O nosso verdadeiro eu tamb\u00e9m quero isto. \u00c9 apenas uma quest\u00e3o de ensinar ao nosso pequeno eu, ao nosso ego, que n\u00e3o h\u00e1 como contorn\u00e1-lo e que ele n\u00e3o deve seguir os advers\u00e1rios. Essa \u00e9 a tarefa dif\u00edcil que temos l\u00e1. Nos tempos pr\u00e9-crist\u00e3os, o Buda foi capaz de basear seus ensinamentos no caminho para ser salvo do sofrimento, mas isso n\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel hoje. Hoje, o caminho leva ao cumprimento de tarefas. Na verdade, n\u00f3s tamb\u00e9m o fizemos nos tempos pr\u00e9-crist\u00e3os, t\u00e3o bem quanto pudemos. Contudo, ainda n\u00e3o era poss\u00edvel trabalhar atrav\u00e9s do carma do mundo, porque n\u00f3s s\u00f3 guard\u00e1vamos as nossas coisas. Isto libertou-nos, mas n\u00e3o foi dissolvido. \u00c9 por isso que apenas poucos puderam, \u00e0s custas de muitos outros, fazer essa ascens\u00e3o ao Nirvana, isto \u00e9, a esse reino criativo do nada, ao mais alto reino espiritual, do qual tamb\u00e9m o nosso eu se origina. E ali para se tornar um com o divino eu. Mas desenvolveu-se ainda mais. Agora devemos realmente quer\u00ea-lo aqui na terra e n\u00e3o deix\u00e1-lo para os advers\u00e1rios. Ent\u00e3o teremos um desenvolvimento saud\u00e1vel. Ou seja, ver conscientemente o sofrimento como uma tarefa. Assumir conscientemente as tarefas.\n\nO futuro ser\u00e1 tal que as pessoas trabalhar\u00e3o conscientemente atrav\u00e9s de seu carma, seu destino, nosso verdadeiro eu o conhe\u00e7o, tivemos a ajuda de que isso tamb\u00e9m nos acontece, nos leva at\u00e9 l\u00e1, e nosso anjo da guarda se certifica de que vamos at\u00e9 l\u00e1, mas no pouco que normalmente n\u00e3o sabemos, dizemos que n\u00e3o precis\u00e1vamos disso agora. N\u00e3o! Voc\u00ea precisava dele. Enquanto nem tudo \u00e9 destino. Nem tudo o que nos acontece \u00e9 c\u00e1rmico. At\u00e9 as antecipa\u00e7\u00f5es podem acontecer. Ent\u00e3o temos uma vantagem c\u00e1rmica. Mesmo que morramos de uma doen\u00e7a, sabemos ali que estava certo, a forma como aconteceu. Podemos levar o que quisermos. Eu posso carregar a minha cruz. Cristo, ao tornar-se homem, exemplificou isto para n\u00f3s, de uma forma muito extrema. Tamb\u00e9m podemos fortalecer a confian\u00e7a no poder em outras pessoas, a confian\u00e7a no nosso pr\u00f3prio eu, no qual todo o mundo espiritual est\u00e1 potencialmente presente e o Cristo est\u00e1 dispon\u00edvel em todos os momentos.  Em cada uma das pessoas. E quem nos pode dar a for\u00e7a, no et\u00e9rico, no f\u00edsico, que n\u00f3s mesmos ainda n\u00e3o podemos reunir, mas que precisamos para trabalhar atrav\u00e9s do nosso eu espiritual. Todos n\u00f3s podemos fazer isso se quisermos! Tenha coragem!<\/pre>\n\n<\/div>\n\t\t<\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo Dr. Wolfgang Peter Aqui encontrar\u00e1 resumos \u00fateis, transcri\u00e7\u00f5es, palavras-chave, etc. Se desejar ajudar a tornar esta documenta\u00e7\u00e3o ainda mais rica, por favor contacte info@anthro.world. Muito obrigado a todos os colaboradores que trabalham arduamente! Data da palestra: Resumo<\/p>","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-2557","page","type-page","status-publish","hentry"],"featured_image_src":null,"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v28.0 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes, gehalten von Dr. Wolfgang Peter. N\u00fctzliche Zusammenfassungen, Stichworte etc.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes, gehalten von Dr. Wolfgang Peter. N\u00fctzliche Zusammenfassungen, Stichworte etc.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Anthroposophie erlebbar machen\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2021-10-04T07:25:07+00:00\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"40 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\\\/\",\"name\":\"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2021-10-04T07:25:03+00:00\",\"dateModified\":\"2021-10-04T07:25:07+00:00\",\"description\":\"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes, gehalten von Dr. Wolfgang Peter. N\u00fctzliche Zusammenfassungen, Stichworte etc.\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Startseite\",\"item\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"68. Vortrag zur Apokalypse des Johannes (Dokumentation)\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/\",\"name\":\"Anthro World\",\"description\":\"Ein freie Initiative von Menschen bei anthrowiki.at, anthro.world, biodyn.wiki und steiner.wiki\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/#organization\",\"name\":\"anthro.world\",\"url\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/anthro.world\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/09\\\/gelb-rund.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/anthro.world\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/09\\\/gelb-rund.png\",\"width\":416,\"height\":416,\"caption\":\"anthro.world\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/blog.anthro.world\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes","description":"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes, gehalten von Dr. Wolfgang Peter. N\u00fctzliche Zusammenfassungen, Stichworte etc.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes","og_description":"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes, gehalten von Dr. Wolfgang Peter. N\u00fctzliche Zusammenfassungen, Stichworte etc.","og_url":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/","og_site_name":"Anthroposophie erlebbar machen","article_modified_time":"2021-10-04T07:25:07+00:00","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Tempo estimado de leitura":"40 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/","url":"https:\/\/blog.anthro.world\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/","name":"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes","isPartOf":{"@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/#website"},"datePublished":"2021-10-04T07:25:03+00:00","dateModified":"2021-10-04T07:25:07+00:00","description":"Dokumentation zum 68. Vortrag der Apokalypse des Johannes, gehalten von Dr. Wolfgang Peter. N\u00fctzliche Zusammenfassungen, Stichworte etc.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/blog.anthro.world\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/68-vortrag-zur-apokalypse-des-johannes-dokumentation\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Startseite","item":"https:\/\/blog.anthro.world\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"68. Vortrag zur Apokalypse des Johannes (Dokumentation)"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/#website","url":"https:\/\/blog.anthro.world\/","name":"Anthro World","description":"Uma iniciativa gratuita de pessoas em anthrowiki.at, anthro.world, biodyn.wiki e steiner.wiki","publisher":{"@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/blog.anthro.world\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/#organization","name":"mundo anthro.world","url":"https:\/\/blog.anthro.world\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/anthro.world\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/gelb-rund.png","contentUrl":"https:\/\/anthro.world\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/gelb-rund.png","width":416,"height":416,"caption":"anthro.world"},"image":{"@id":"https:\/\/blog.anthro.world\/#\/schema\/logo\/image\/"}}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2557","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2557"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2557\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2558,"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2557\/revisions\/2558"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.anthro.world\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2557"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}